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sexta-feira, 14 de outubro de 2016
VITAMINA D3
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TRATAMENTOS ATRAVÉS DA VITAMINA D3
https://youtu.be/_Y-uQncXJQI
Nutriente previne 17 tipos de câncer e pode ser um tratamento para doenças autoimunes
Nutriente previne 17 tipos de câncer e pode ser um tratamento para doenças autoimunes
A vitamina D combate doenças
autoimunes. A vitamina D é um hormônio esteroide lipossolúvel
essencial para o corpo humano e sua ausência pode proporcionar uma
série de complicações. Afinal, ela controla 270 genes, inclusive
células do sistema cardiovascular. A principal fonte de produção
da vitamina se dá por meio da exposição solar, pois os raios
ultravioletas do tipo B (UVB) são capazes de ativar a síntese desta
substância. Alguns alimentos, especialmente peixes gordos, são
fontes de vitamina D, mas é o sol o responsável por 80 a 90% da
vitamina que o corpo recebe. Ela também pode ser produzida em
laboratório e ser administrada na forma de suplemento, quando há a
deficiência e para a prevenção e tratamento de uma série de
doenças.
A vitamina D é necessária para a
manutenção do tecido ósseo, ela também influencia
consideravelmente no sistema imunológico, sendo interessante para o
tratamento de doenças autoimunes, como a artrite reumatoide e a
esclerose múltipla, e no processo de diferenciação celular, a
falta deste nutriente favorece 17 tipos de câncer.
Esta substância ainda age na
secreção hormonal e em diversas doenças crônicas não
transmissíveis, entre elas a síndrome metabólica que tem como um
dos componentes o diabetes tipo 2.
O consumo da vitamina D é
essencial para as gestantes, a falta dela pode levar a abortos no
primeiro trimestre. Já no final da gravidez, a carência do
nutriente favorece a pré-eclâmpsia e aumenta as chances da criança
ser autista.
A vitamina D foi denominada desta
forma em 1922, pois naquela época acreditava-se que ela só poderia
ser obtida por intermédio da alimentação. Ela foi batizada de D
por ter sido a quarta substância descoberta, depois das vitaminas A,
B e C. A partir da década de 1970 os pesquisadores descobriram que a
vitamina D poderia ser sintetizada pelo organismo, ou seja, na
realidade ela é um hormônio, não uma vitamina.
Benefícios comprovados da
vitamina D
Fortalece os ossos:
A vitamina D é necessária para a absorção do cálcio pelos ossos.
Pessoas com deficiência de vitamina D chegam a aproveitar 30% menos
de cálcio proveniente da dieta. O cálcio é responsável por
fortalecer ossos e dentes. A deficiência deste nutriente pode causar
o raquitismo na infância e a osteoporose na vida adulta. Um exemplo
da importância da combinação dessas duas substâncias é que
sempre que a recomendação de suplementação de cálcio, ela é
feita acompanhada de vitamina D para atuar na absorção do mineral.
Uma pesquisa feita pela
Universidade de Zurique com 40.000 pessoas com mais de 65 anos
observou que a suplementação de vitamina D reduz em 20% o risco de
fraturas no quadril e em outras regiões, com exceção da coluna
vertebral.
Protege o coração: A
vitamina D participa do controle das contrações do músculo
cardíaco, necessárias para bombear o sangue para o corpo. Além
disso, ela permite o relaxamento dos vasos sanguíneos e influencia
na produção do principal hormônio regulador da pressão arterial,
a renina.
A falta da vitamina D pode levar
ao acúmulo de cálcio na artéria, favorecendo o risco de formação
de placas. Com todas essas questões, as chances de desenvolver
doenças cardiovasculares como insuficiência cardíaca, derrame e
infarto são maiores em pessoas com deficiência de vitamina D.
Uma pesquisa feita com 50.000
homens pelo Harvard School of Public Health durante dez anos observou
que aqueles que tinham deficiência em vitamina D possuíam duas
vezes mais chances de sofrer um ataque cardíaco do que os homens que
não tinham a deficiência.
Gravidez segura: A
vitamina D é muito importante para as gestantes. No primeiro
trimestre a falta dela pode levar a abortos. Em casos de abortos
múltiplos no início da gravidez, pode ser que o sistema imunológico
da mãe esteja rejeitando a implantação do embrião. Como a
vitamina D age no sistema imunológico, ela pode corrigir este
problema.
Além disso, no final da gravidez,
a ausência da vitamina D pode causar a pré-eclâmpsia, doença na
qual a gestante desenvolve a hipertensão. Afinal, esta substância
influência na produção da renina, principal hormônio regulador da
pressão arterial. A falta de vitamina D também aumenta as chances
da criança ser autista, pois ela é importante para o
desenvolvimento do cérebro do bebê.
Uma pesquisa publicada no The
American Journal of Clinical Nutrition feita com mais de 1000
gestantes, observou que quando a mulher ingere a vitamina D, os
riscos do bebê desenvolver problemas respiratórios diminuem.
Outro estudo feito pela
Universidade da Carolina do Sul, dos Estados Unidos, com 500
gestantes observou que o suplemento de vitamina D previne problemas
como diabetes gestacional, parto prematuro e infecções.
Boa para prevenir e
controlar o diabetes: O fato da vitamina D influenciar a
produção de renina também é interessante para prevenir o
diabetes, pois a falta desta substância favorece a doença. Além
disso, a produção de insulina pelo pâncreas requer a participação
da vitamina D.
Como a diabetes tipo 1 é uma
doença autoimune, a vitamina D torna-se interessante por ser um
imunoregulador que inibe seletivamente o tipo de resposta imunológica
que provoca a reação contra o próprio organismo.
Um estudo realizado pelo Institute
of Child Health da Inglaterra acompanhou 10.000 crianças finlandesas
desde o nascimento e observou que aquelas que receberam regularmente
suplementos da vitamina tiveram 90% menos chances de desenvolver
diabetes tipo 1.
Boa para os músculos: A
vitamina D contribui para a força muscular, portanto, sua ausência
leva a perda dessa força e aumenta o risco de quedas e fraturas. Uma
pesquisa feita pela Universidade de Zurique com pessoas acima de 65
anos observou que o consumo de vitamina D pode diminuir o risco de
quedas em 19%.
Benefícios
em estudo da vitamina D
Tratamento de doenças
autoimunes: a vitamina D já está sendo utilizada no
tratamento de doenças autoimunes, condição que ocorre quando o
sistema imunológico ataca e destrói tecidos saudáveis do corpo por
engano. A vitamina D é um imunoregulador que inibe seletivamente o
tipo de resposta imunológica que provoca a reação contra o próprio
organismo. O tratamento de doenças autoimunes com vitamina D é algo
recente, mas é visto por especialistas como um grande avanço da
medicina.
Algumas das doenças autoimunes
que podem ser tratadas com altas doses de vitamina D são: esclerose
múltipla, artrite reumatoide e problemas oftalmológicos que podem
comprometer seriamente a visão do indivíduo e para os quais o
tratamento costumava ser muito difícil.
O neurologista Cícero Galli
Coimbra, professor-associado e pesquisador da Universidade Federal de
São Paulo (UNIFESP), já tratou cerca de 1.200 pacientes com
esclerose múltipla e muitos outros com diferentes tipos de doenças
autoimunes utilizando principalmente o tratamento com doses de
vitamina D.
O tratamento pode não só evitar
que a doença avance como também proporcionar a recuperação de
sequelas recentes. Tudo dependerá da doença e do tempo que a pessoa
tem as sequelas, por isso o quanto antes iniciar o tratamento,
melhor.
É importante ressaltar que este
tipo de tratamento com suplementos de vitamina D, deve ser realizados
somente por médicos, pois o consumo em excesso da substância por
conta própria pode causar sérios problemas para a saúde.
Outro estudo publicado no Journal
of The American Medical Association feito com 7 milhões de
norte-americanos constatou que o consumo de suplementos de vitamina D
está associado ao menor risco de esclerose múltipla.
Previne e ajuda no
tratamento do câncer: A falta de vitamina D favorece 17
tipos de câncer, como os de mama, próstata e melanoma. Isto ocorre
porque a substância participa do processo de diferenciação
celular, que mantém as células cardíacas como células cardíacas,
as da pele como da pele e assim por diante. Desta maneira ela evita
que as células se tornem cancerosas. Além disso, a vitamina D ainda
promove a autodestruição das células cancerosas.
Por essas razões, alguns estudos
mostraram que além de prevenir o câncer, o consumo de altas doses
dessa substância pode ser eficaz no combate a determinados tipos de
câncer. Porém, neste caso também é necessário que a ingestão
dos suplementos de vitamina D sejam realizados com o acompanhamento
médico.
De acordo com o National Cancer
Institute dos Estados Unidos há diversos estudos que apontam que a
vitamina D é uma aliada no tratamento do câncer, especialmente do
colorretal, de próstata e de mama. Porém, o instituto também diz
que ainda são necessários mais estudos.
Boa para autistas:
Como a vitamina D é importante para o desenvolvimento do cérebro,
ela ajuda a prevenir o autismo durante a gestação. Caso a pessoa
tenha esta condição, continua interessante que ela obtenha a
vitamina D, o que muitas vezes não ocorre facilmente por meio da
exposição solar, fonte da substância, pois o indivíduo passa
muito tempo em ambientes fechados.
Um estudo realizado pelo
Children's Hospital Oakland Research Institute, nos Estados Unidos,
observou que três hormônios do cérebro que afetam o comportamento
social, serotonina, ocitocina e vasopressina, são ativados pela
vitamina D.
Previne gripe e resfriado:
Este benefício tem sido estudado com base em alguns
problemas causados pela falta de vitamina D. Crianças com
deficiência de vitamina D tem mais chances de desenvolver infecções
respiratórias. Já adultos com menores quantidades de vitamina D
contraem mais resfriados e problemas no trato respiratório.
Uma pesquisa publicada no The
American Journal of Clinical Nutrition que contou com a participação
de 340 crianças japonesas durante quatro meses, observou que os
riscos de contrair gripe diminuiu no grupo que ingeriu o suplemento
de vitamina D.
Diminui o risco de morte
prematura: Uma pesquisa publicada no Archives of Internal
Medicine sugere que tomar suplementos de vitamina D podem reduzir as
taxas de mortalidade. O estudo observou o resultado de 18 estudos que
contaram no total com cerca de 60.000 participantes e constatou que o
consumo de suplementos de vitamina D diminui em 7% o risco de
mortalidade por qualquer causa.
Interações
Quando consumida dentro das
quantidades recomendadas a vitamina D não interage com nenhuma outra
substância. Porém, quando ingerida em excesso, pode levar a alta
absorção de cálcio, por isso que o consumo de vitamina D além do
recomendado, só pode ser feito com orientação médica.
Efeitos colaterais
Quando consumida dentro das
quantidades recomendadas, a vitamina D não tem efeitos colaterais.
Porém, quando ingerida em excesso, pode prejudicar os rins por
causar o aumento da absorção de cálcio. Por isso, é importante
que o consumo além do recomendado desta vitamina, seja feito com
acompanhamento médico.
Deficiência
A deficiência de vitamina D pode
causar uma série de problemas de saúde. A falta dela aumenta o
risco de problemas cardíacos, osteoporose, câncer, gripe e
resfriado, e doenças autoimunes como esclerose múltipla e diabetes
tipo 1. Em mulheres grávidas deficiência de vitamina D aumenta o
risco de aborto, favorece a pré-eclâmpsia e eleva as chances da
criança ser autista.
O quanto obter de vitamina
D
Segundo diversos estudos
realizados recentemente, entre eles um da Universidade do Wisconsin,
Estados Unidos, e outro da Universidade de Toronto, Canadá, a
orientação para pessoas com mais de 50 quilos é consumir entre
5.000 e 10.000 unidades internacionais de vitamina D ao dia. O mesmo
vale para as gestantes e lactantes.
No caso das crianças a orientação
é ingerir até 1.000 unidades internacionais de vitamina D para cada
5 quilos de peso. Então, uma criança que pesa 30 quilos, por
exemplo, pode ingerir até 6.000 unidades internacionais de vitamina
D.
Como obter a vitamina D
Apesar de estar presente em
alimentos de origem animal, estas comidas não possuem a quantidade
de vitamina D que o organismo necessita. Por isso, para evitar a
carência da substância é importante tomar de 15 a 20 minutos de
sol ao dia, preferencialmente entre 11 horas e 13 horas.
Recomenda-se que 60% do corpo
esteja exposto, pois a quantidade de vitamina D que será absorvida,
é proporcional a quantidade de pele que está exposta.
Ao se expor ao sol para obter a
vitamina D é importante não passar o filtro solar.
As janelas também atrapalham a
absorção da vitamina D. Isto porque os raios ultravioletas do tipo
B (UVB), capazes de ativar a síntese da vitamina D, não conseguem
atravessar os vidros.
A exposição ao sol da maneira
recomendada proporcionará as 10 mil unidades internacionais de
vitamina D. Como a exposição solar já proporcionará boas
quantidades da substância, é importante que a necessidade do
indivíduo seja analisada por um profissional da saúde, a fim de
saber se apenas o sol é o suficiente ou se é preciso uma
alimentação rica na substância ou suplementação.
Fontes de vitamina D
Todos
os alimentos fontes de vitamina D são de origem animal porque as
fontes vegetais não conseguem sintetizar a vitamina da maneira como
os alimentos provenientes de animais. Até mesmo o alimento com as
maiores quantidades da substância, o salmão, conta com somente
6,85% das necessidades diárias de vitamina D em uma porção de 100
gramas. Por isso, tomar sol é fundamental para evitar a carência do
nutriente.
- Atum (100 gramas) corresponde a 227 unidades internacionais e a 2,27% das necessidades diárias.
- Sardinha (100 gramas) corresponde a 193 unidades internacionais e a 1,93% das necessidades diárias
- Ovo (uma unidade) corresponde a 43,5 unidades internacionais e a 0,43% das necessidades diárias
- Queijo cheddar (50 gramas) corresponde a 12 unidades internacionais e a 0,12% das necessidades diárias
- Carne bovina (100 gramas) corresponde a 15 unidades internacionais e a 0,15% das necessidades diárias
Uso
de suplemento de vitamina D: Os suplementos de vitamina D podem
ser utilizados em casos de constatação de carência da substância
ou no tratamento de algumas doenças. A falta do nutriente é
constatada após exame de sangue. É importante ressaltar que os
suplementos só podem ser tomados após a orientação médica para o
consumo dessas doses extras. Em alguns tratamentos são orientadas
superdoses de vitamina D, ou seja, uma quantidade além do que é
normalmente orientado. Nesses casos o consumo sempre é feito com
orientação médica e é preciso observar o quanto de cálcio e
líquidos a pessoa ingerirá, sendo que o consumo do mineral pode
precisar ser reduzido e o de líquidos aumentados.
Idosos e os suplementos:
Pessoas mais velhas produzem menos vitamina D em resposta à
exposição ao sol por questões metabólicas relacionadas à idade.
A quantidade da substância produzida em uma pessoa de 70 anos é, em
média, um quarto da que é sintetizada por um jovem de 20 anos. Por
isso, é interessante que os idosos conversem com seus médicos sobre
a possibilidade de consumir suplementos de vitamina D.
Riscos do consumo em
excesso de vitamina D
É importante destacar que o
excesso de vitamina D só ocorre por meio da suplementação. Isto
porque os alimentos não contam com quantidades grandes da substância
e a obtenção dela por meio dos raios solares é regulada pela pele,
que cessa a produção da vitamina quando atinge os valores
necessários.
Porém, o excesso por meio dos
suplementos sem a orientação médica pode ser muito perigoso. Há o
risco de ocorrer a elevação da concentração de cálcio no sangue
e isso pode provocar a calcificação de vários tecidos, sendo que
os mais afetados são os rins, que podem chegar a perder sua função.
Combinando a vitamina D
Suplemento + hidratação:
Ao ingerir os suplementos de vitamina D, para evitar problemas de
saúde, especialmente nos rins, além do acompanhamento médico, é
importante se hidratar e manter uma dieta balanceada.
A deficiência de vitamina
D
Infelizmente, cerca de 80% das
pessoas que vivem em um ambiente urbano, são carentes em vitamina D.
Isto porque elas passam grandes períodos de tempo em locais fechados
e não se expõem ao sol.
Contudo, a deficiência pode ser
revertida. É possível fazer esta correção do quadro por meio de
suplementação, lembrando que esta alternativa é válida somente
após a orientação médica, e/ou tomando sol sem proteção solar
60% do corpo exposto, durante quinze a vinte minutos todos os dias.
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sábado, 24 de setembro de 2016
ASPARTAME A VERDADE
ACORDEM ENQUANTO É TEMPO
Jorge Jacinto - Terapeuta Naturista
Fiquem atentos
Voltem para o velho e bom açúcar, que no Brasil há mais de 500 anos que alimenta a nossa população e nossos antepassados não apresentavam esses sintomas das doenças "modernas”.
Voltem para o velho e bom açúcar, que no Brasil há mais de 500 anos que alimenta a nossa população e nossos antepassados não apresentavam esses sintomas das doenças "modernas”.
Passei alguns dias falando na CONFERÊNCIA MUNDIAL DE MEIO AMBIENTE a respeito do ASPARTAME, conhecido como Nutrasweet, Equal, Zerocal, Finn e Spoonful.
Eles anunciaram que existia uma epidemia de Esclerose Múltipla e Lúpus sistêmico, e não entendiam que toxina estava fazendo com que essas doenças assolassem os Estados Unidos tão rapidamente.
Eu expliquei que estava lá para falar exatamente sobre este assunto.
ALZHEIMER, MAL DO ADOÇANTE
Artigo escrito pela Dra. Mancy Marckle.
Quando a temperatura excede 30º C, o álcool contido no ASPARTAME se converte em formaldeído e daí para ácido fórmico (o ácido fórmico é o veneno das formigas), que provoca acidose metabólica. A toxicidade do metanol imita a esclerose múltipla e as pessoas recebem diagnóstico errado de esclerose múltipla.
A Esclerose múltipla não se constitui em sentença de morte, mas a toxicidade do metanol sim. No caso do Lúpus sistêmico, estamos percebendo que é quase tão grave quanto à esclerose múltipla, especialmente em usuários de Diet Coke e Diet Pepsi. Nos casos de Lúpus sistêmico causado pelo ASPARTAME, a vítima geralmente não sabe que o Aspartame é a causa de sua doença e continua com seu uso, agravando o lúpus a um grau tão intenso que algumas vezes ameaça a vida. Quando interrompemos o uso do Aspartame, as pessoas que tinham lúpus ficam assintomáticas.
Em uma conferência eu disse: 'Se você está usando ASPARTAME (Nutrasweet, Equal, e Spoonful, etc.) e sofre de sintomas como fibromialgia, espasmos, dores, formigamento nas pernas, câimbras, vertigem, tontura, dor de cabeça, zumbido no ouvido, dores articulares, depressão, ataques de ansiedade, fala atrapalhada, visão borrada ou perda de memória - você provavelmente tem a DOENÇA DO ASPARTAME! As pessoas começaram a pular durante a palestra dizendo: Eu tenho isto, é reversível? É impressionante.
Há um tempo atrás houve Audiências no Congresso dos EUA incluindo o aspartame em 100 produtos diferentes. Nada foi feito. Os lobbies da droga e da indústria química têm bolsos muito profundos.
Agora existem mais de 5000 produtos contaminados com este produto químico, e a patente expirou. Na época da primeira audiência, as pessoas estavam ficando cegas.
O metanol no aspartame se converte em formaldeído na retina do olho. Formaldeído é do mesmo grupo das drogas como cianeto e arsênico - Venenos mortais! Infelizmente, leva muito tempo para matar, mas está matando as pessoas e causando todos os tipos de problemas neurológicos.
O Aspartame muda a química do cérebro. É a causa de diversos tipos de ataque. Esta droga muda os níveis de dopamina no cérebro. Imagine o que acontece com os pacientes que sofrem de Doença de Parkinson? Também causa malformações fetais. Não existe nenhuma razão para se utilizar este produto.
NÃO É UM PRODUTO DIETÉTICO! Os anais do congresso dizem: Ele faz você desejar carboidratos e faz engordar. Dr. Roberts viu que quando ele interrompeu o uso do Aspartame a perda de peso foi de 9,5 kg por pessoa. O formaldeído se armazena nas células adiposas, principalmente nos quadris e coxas.
O Aspartame é especialmente mortal para os diabéticos. O Dr. H.J. Roberts, especialista diabético e perito mundial em envenenamento pelo Aspartame, escreveu um livro intitulado: DEFESA CONTRA A DOENÇA DE ALZHEIMER.
www.sunsentpress.com/defenseAgainstAlzheimers.html
Dr. Roberts conta como o envenenamento pelo Aspartame está relacionado à doença de Alzheimer. E realmente está. Mulheres de 30 anos estão sendo internadas com Alzheimer.
Dr. Russell Blaylock e Dr. Roberts estão escrevendo uma carta-posição com alguns casos relatados e vão colocá-la na Internet.
Imprima este artigo e avise todas as pessoas que você conhece.
TIRE TUDO O QUE CONTÉM ASPARTAME DO ARMÁRIO.
Eu asseguro que A MONSANTO, A CRIADORA DO ASPARTAME - SABE COMO ELE É MORTAL. ELES FINANCIAM A ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE DIABETES, A ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE DIETÉTICA, O CONGRESSO E A CONFERÊNCIA DO COLÉGIO AMERICANO DE MEDICINA.
O New York Times, em 15 de Novembro de 1996, publicou um artigo a respeito de como a Associação Americana de Dietética recebe dinheiro da indústria Alimentícia para endossar seus produtos. Por isso, eles não podem criticar aditivos ou falar a respeito de sua ligação com a MONSANTO. A que ponto chega isso? Dissemos a uma mãe cujo filho estava usando Nutrasweet para interromper o uso do produto. A criança estava tendo convulsões diárias.
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terça-feira, 13 de setembro de 2016
ÁCIDO ALFA-LIPÓICO OU ALA
O
auxílio de suplementos e substâncias que possam beneficiar a
condição física e de saúde diante dos exercícios físicos de
alta intensidade, sempre reduz os impactos de uma dieta restritiva e a
longo prazo. Inevitavelmente, o nosso corpo deve superar alguns
desequilíbrios de nutrientes e é exatamente, para isso que diversas
pessoas adotam a suplementação de ácido alfa-lipóico ou ALA.
Ele
pode reduzir as consequências ocasionadas pela readaptação do
comportamento corporal. A partir de agora, você entenderá o que é o
ácido alfa-lipóico e quais os benefícios e efeitos colaterais que
ele pode oferecer à sua saúde, assim você poderá reconhecer se
ele é um diferencial ou não.
O
QUE É?
O ácido
alfa-lipóico é um ácido graxo encontrado naturalmente no interior
de cada célula do corpo reconhecido pelas semelhanças com
vitaminas. É necessário pelo corpo para produzir a energia para o
funcionamento normal do nosso corpo. O ácido alfa-lipóico converte
glicose (açúcar no sangue) em energia.
O ácido
alfa-lipóico possui propriedades, tanto antioxidantes quanto
anti-inflamatórias.
Ácido
alfa-lipóico como antioxidante (substância que neutraliza
substâncias químicas potencialmente prejudiciais, chamadas radicais
livres) com propriedades hidro (água) e lipossolúveis (gorduras),
(ao contrário dos mais comuns antioxidantes - vitaminas C e E), o
que significa proteção para todas as partes da célula, incluindo a
mitocôndria e parece ser capaz de reciclar os antioxidantes, como
vitamina C e glutationa, depois de terem sido utilizados.
A glutationa
é um importante antioxidante que ajuda o organismo a eliminar
substâncias potencialmente nocivas.
O ácido alfa-lipóico aumenta a
formação de glutationa. Este composto também é considerado um
acelerador do metabolismo, proporcionando aumento da produção de
energia.
Um benefício
indiscutível desse suplemento é a estabilização dos níveis de
açúcar no sangue, prevenindo doenças como síndrome metabólica e
diabetes. Outro mecanismo de proteção da célula é o controle da
liberação de óxido nítrico, uma substância que em excesso é
extremamente nociva para o organismo.
Outra
propriedade do Ácido Alfa-lipóico é agir como um poderoso
anti-inflamatório.
Ele tem efeito sobre o óxido nítrico e sobre o fator de transcrição
nuclear – fator KAPPA-B (NFK-B). O NFK-B é ativado pelo estresse
oxidativo na célula que, então, entra no núcleo onde proteínas
pró-inflamatórias são codificadas.
O Ácido Alfa-lipóico modula a
ação do óxido nítrico e pode então suprimir os efeitos de sua
forma prejudicial, que leva normalmente a doenças, e aumenta sua
forma indutora que é fisiológica. Novamente esta propriedade leva a
uma ação anti-inflamatória
sobre a pele, que pode explicar alguns dos efeitos positivos do Ácido
Alfa-lipóico sobre o envelhecimento da pele. A forma do óxido
nítrico indutor e benéfico também controla a vasodilatação.
Sabe-se que
cicatrizes hipertróficas são deficientes em óxido nítrico e que o
Ácido Alfa-lipóico pode aumentar os níveis da forma indutora
benéfica do óxido nítrico, provavelmente alterando a função do
fibroblasto. É mais difícil explicar porque cicatrizes atróficas
respondem à terapia tópica com Ácido Alfa-lipóico. Entretanto,
isto pode ser um resultado do aumento da vitamina C endógena,
observada com a aplicação do ácido sobre a pele.
Em um dos
maiores estudos sobre o uso do ácido alfa-lipóico, 181 pessoas
tomaram 600 mg, 1200 mg ou 1.800 mg de ácido alfa-lipóico um dia ou
um placebo. Após cinco semanas, o ácido alfa-lipóico melhora dos
sintomas. A dose que era melhor tolerada e ainda trazer um benefício
de 600 mg uma vez por dia.
O ácido
alfa-lipóico é produzida pelo organismo e pode ser encontrada em
pequenas quantidades em alimentos como espinafre, brócolis, ervilha,
levedura de cerveja, couves de Bruxelas, farelo de arroz, e carnes de
órgão. Suplementos de ácido alfa-lipóico estão disponíveis na
forma de cápsulas em lojas de alimentos saudáveis, algumas
farmácias e online. Para máxima absorção, os suplementos devem
ser tomados com o estômago vazio.
EFEITOS
Ele é capaz de
prevenir e reduzir certos prejuízos às células do nosso corpo,
podendo restaurar os níveis de vitaminas em nosso organismo.
Afirma-se inclusive que o ALA pode melhorar o funcionamento dos
neurônios e reduzir os efeitos de uma diabetes.
O
ácido alfa-lipóico também auxilia na quebra dos carboidratos, o
que resulta na produção de energia para diversos órgãos, para a
realização das tarefas e principalmente exercícios físicos.
Revascularização do Miocárdio
Pesquisas buscam
provar que a suplementação com ácido alfa-lipóico até 2 meses
antes da cirurgia ou 1 mês após o procedimento pode reduzir a
possibilidade de complicações. A suplementação com ácido alfa-lipóico pode contribuir para a realização das funções cerebrais.
Neuropatia periférica
A
neuropatia periférica pode ser causada por lesões, deficiências
nutricionais, a quimioterapia ou por doenças como a diabetes, doença
de Lyme, alcoolismo, herpes, doenças da tireoide e insuficiência
renal. Os sintomas podem incluir dor, ardor, dormência,
formigamento, fraqueza e prurido. O ácido alfa-lipóico é pensado
para funcionar como um antioxidante em ambos os tecidos de água e
ácidos graxos, permitindo-lhe entrar todas as partes da célula
nervosa e protegê-lo contra danos. Estudos preliminares sugerem que
o ácido alfa-lipóico pode ajudar.
Função
Cerebral
O Ácido
alfa-lipóico não só protege o sistema nervoso, mas também pode
estar envolvido na regeneração dos nervos. O ácido alfa-lipóico
atua na estimulação de fatores de crescimento de nervos, possui
efeito neuroprotetor e tem sido usado em estudos laboratoriais e
clínicos que avaliam a reparação de danos neurais, especialmente
em casos de polineuropatia diabética. (Netto et all, 2010).
O
ácido alfa-lipóico pode atravessar a barreira hematoencefálica,
uma parede de minúsculos vasos e células estruturais e passar
facilmente para o cérebro. Pensa-se a proteger e tecido nervoso do
cérebro, prevenindo danos causados pelos radicais livres.
Diabetes
Uma das
indicações básicas do ácido alfa-lipóico é no tratamento de
lesões neurológicas, inclusive a neuropatia diabética, uma
complicação tardia do diabete que provoca dor e perda da
sensibilidade nos membros.
Para
os diabéticos insulinos-dependentes e não-insulinos-dependentes, o
ácido alfa-lipóico vem sendo usado por mais de 30 anos na Europa
para tratar a neuropatia diabética, pois ajuda a regular açúcar no
sangue e previne neuropatia diabética e cardiopatia.
Ainda
há diversos estudos voltados para comprovar esta eficiência, mas há
indícios de que a suplementação de ácido alfa-lipóico pode
reduzir os níveis de açúcar na corrente sanguínea. O consumo pode
ser feito por via oral ou intravenosa. O consumo de ALA também
pode reduzir os sintomas ocasionados pela diabetes. O suplemento pode
reduzir os impactos de queimações, dormência, dores nas pernas e
nos braços.
Vitiligo
A
suplementação com ácido alfa-lipóico pode auxiliar no tratamento
de vitiligo, assim retardando a descoloração da pele. Vale
ressaltar que as afirmativas sobre a eficiência do ácido sobre o
vitiligo dirigem-se ao consumo conciliado com outros procedimentos.
Emagrecer
É
dito que a suplementação com ácido alfa-lipóico pode contribuir
para a perda de peso. Algumas pesquisas afirmam que o consumo de 1800
mg do ácido por dia e por 20 semanas consecutivas pode auxiliar na
redução de peso de pessoas que estão com IMC elevado. Atletas não
só utilizam o ácido alfa-lipóico para reduzir o percentual
de gordura,
como também para manterem os músculos saudáveis, principalmente no
processo de hipertrofia.
Glaucoma
Pesquisas
apontam a ingestão de ALA como eficaz para a redução dos
sintomas de deficiência na visão. Aconselha-se o consumo de pelo
menos 75 a 150 mg por dia. A eficiência do ácido alfa-lipóico
também pode estar ligada a Catarata.
Insuficiência
cardíaca
Estudos ainda
buscam comprovar, mas evidências são estudadas para a comprovação
da eficiência do consumo do suplemento para a redução da pressão
nas artérias, o que também beneficia à desobstrução das mesmas.
Relacionados
condições de idade
Como um
antioxidante, o ácido alfa-lipóico pode neutralizar os radicais
livres que podem danificar as células. Danos dos radicais livres é
pensado para contribuir para o envelhecimento e doenças crônicas.
Redução
das marcas de expressão
Pesquisas
afirmam que consumir o ácido alfa-lipóico duas vezes por dia pode
reduzir as linhas e rugas. O suplemento também pode auxiliar na
redução de marcas resultantes dos efeitos de raios solares.
Outras condições
O ácido
alfa-lipóico também tem sido sugerido para a catarata, esclerose
múltipla, síndrome de ardência bucal, doença de Alzheimer e
derrames, mas grandes estudos bem desenhados são necessários para
ver se ela é eficaz para estas condições.
EFEITOS
COLATERAIS
Os efeitos
colaterais ocasionados pela ingestão incorreta ou excessiva de ALA
podem incluir câimbras musculares, dores de cabeça, formigamentos,
“alfinetadas”, sensação, erupções cutâneas e até reduções
bruscas das taxas de açúcar na corrente sanguínea.
Houve
alguns relatórios no Japão de uma condição rara chamada síndrome
autoimune à insulina em pessoas com ácido alfa-lipóico.
A
condição provoca hipoglicemia e anticorpos dirigidos contra a
própria insulina do corpo sem terapia insulínica.
A segurança do
ácido alfa-lipóico em mulheres grávidas ou que amamentam, crianças
ou pessoas com doença renal ou hepática é desconhecido.
CONTRAINDICAÇÕES
Pessoas com
distúrbios e problemas na tireoide devem evitar o consumo de ácido
alfa- lipóico, pois pode interferir no tratamento. Não há
comprovações sobre consequências a gestantes e mulheres em fase de
amamentação, então é indispensável que seja realizada uma
avaliação por um médico de confiança, para que assim você possa
se sentir segura para consumir o ácido alfa-lipóico de acordo com
suas necessidades ou evite o uso.
Se você possui
baixos níveis de açúcar no sangue, é importante que tenha um
acompanhamento médico para que avalie as dosagens consumidas, para
que assim não ocasione eventuais casos de hipoglicemia.
Dieta
equilibrada
O consumo de
ácido alfa-lipóico pode ser muito eficiente para a modelação de
seu corpo, mas é importante que você reconheça que ele não
reagirá sozinho para reduzir as suas medidas ou contribuir para o
ganho de massa magra. Você deverá adotar hábitos saudáveis e o
primeiro deles deve ser adotar uma dieta rica em nutrientes e
compatível com os seus objetivos.
Ela deve ser
conciliada com uma suplementação segura e que favoreça ao
funcionamento de seu organismo, principalmente por que diversos
alimentos também podem contribuir como fornecedores naturais desse
ácido.
Exercícios
físicos
Ignorar
os exercícios físicos é tarefa muito complicada, principalmente
para aqueles que desejam optar por uma suplementação como a de
ácido alfa-lipóico. Esse suplemento pode contribuir para a
reconstrução muscular e ainda evita o catabolismo, o que beneficia
à recuperação dos músculos após treinos extensos ou de alta
intensidade.
O ácido alfa-lipóico contribui para a melhor utilização da glicose contida no
seu corpo; dessa forma, os exercícios são indispensáveis para você
queimar as calorias que deseja e utilizar toda a energia produzida.
ÁCIDO
ALFA-LIPÓICO X FLUXO SANGUÍNEO
O
Ácido Alfa-lipóico aumenta o fluxo sanguíneo para os nervos e
melhora a condução dos impulsos
nervosos, sendo indicado no tratamento de problemas neurológicos –
como dormências e formigamentos – de qualquer origem, não apenas
os decorrentes do diabetes. O Ácido Alfa-lipóico é uma coenzima
antioxidante muito eficaz, pois além de combater os radicais livres,
ele regenera os tecidos lesados. Alguns denominam o Ácido
alfa-lipóico de “antioxidante universal” devido a sua capacidade
de combater os radicais livres tanto em locais gordurosos como locais
baseados em água, tais como a pele e os músculos, pois o mesmo é
solúvel tanto na água quanto na gordura. Além disso o ácido
alfa-lipóico auxilia nos efeitos de desenvolvimento de massa
muscular. Atualmente, este ácido atua sinergicamente incrementando
outros antioxidantes fazendo-os ficarem bem mais potentes.
O
tratamento com o ácido alfa-lipóico diminui as concentrações de
lactato (ácido láctico) e de piruvato (ácido pirúvico) no soro
sanguíneo, além de melhorar a eficácia da glicose na perda de peso
em pacientes obesos com diabetes do tipo 2.
O ácido
alfa-lipóico é o único nutriente que demonstrou grande eficácia
na redução da glicose.
A capacidade do
ácido alfa-lipóico melhorar a redução da glicose é um efeito
muito importante e que pode melhorar a distribuição de outros
nutrientes. Imitando a insulina, este ácido aumenta a captura de
glicose, pelas células musculares, em 65%. O estímulo deste
transporte de glicose é realizado através da participação do
ácido alfa-lipóico na insulina. O ácido alfa-lipóico provoca uma
ascendente mudança na curva glicose insulina dose resposta. Esta é
uma importante função que pode melhorar a captura de nutrientes
pelas células musculares e circulação de proteínas.
O Ácido
Alfa-lipóico pode ser administrado conjuntamente com T4,
proporcionar uma diminuição nos níveis séricos do colesterol, não
afetando a taxa de triglicérides. Além disso, o Ácido Alfa-lipóico
tem apresentado resultados satisfatórios em pacientes com cirrose
hepática induzida pelo álcool e também na prevenção da formação
de cristais de oxalato de cálcio em rins de animais de laboratório.
Estudos em animais indicam que o ácido alfa-lipóico pode alterar os
níveis de hormônio tireoidiano, por isso teoricamente poderia ter o
mesmo efeito em seres humanos. As pessoas que tomam medicamentos para
tireoide, como levotiroxina deve ser monitorada pelo seu médico.
POSSÍVEIS
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
O
ácido alfa-lipóico pode melhorar o controle de açúcar no sangue,
para que as pessoas com diabetes que estão a tomar medicação para
baixar o açúcar do sangue, tais como a metformina (Glucophage),
glibenclamida (Diabeta, Glynase), só deve tomar ácido alfa-lipóico,
sob a supervisão de um profissional de saúde qualificado e ter seus
níveis de açúcar no sangue cuidadosamente monitorizados.
COMO
TOMAR E QUAL COMPRAR
As dosagens de
consumo do ácido alfa-lipóico podem variar de acordo com as suas
necessidades e objetivos para tratamentos. Não há medidas indicadas
para uso, cada um possui uma forma particular de como tomar melhor o
suplemento. A princípio, indica-se o consumo de 2 cápsulas junto às
principais refeições do dia.
Existem diversos
distribuidores e fabricantes do ALA. É importante que você leia os
rótulos e analise as concentrações oferecidas em cada cápsula. As
concentrações são variáveis de acordo com as indicações médicas
ou de suas necessidades, então é importante buscar, dentre os
fabricantes, aquele que melhor se adequa ao seu objetivo.
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domingo, 4 de setembro de 2016
sábado, 3 de setembro de 2016
NEUROCIENTISTAS MOSTRAM O QUE O JEJUM FAZ AO SEU CÉREBRO E PORQUE AS INDÚSTRIAS FARMACÊUTICAS NÃO VÃO ESTUDAR ESSE FENÔMENO
Mark Mattson, o atual chefe do Laboratório de Neurociência do Instituto Nacional de Envelhecimento e também professor de neurociência na Universidade Johns Hopkins, um dos mais respeitados pesquisadores na área de mecanismos moleculares e celulares para desordens neurodegenerativas, deu um TEDx que deveria ser assistido (em inglês).
Existem exemplos incontáveis da manipulação de pesquisas publicadas pelas indústrias farmacêuticas nos anos recentes. É por isso que o professor de medicina de Harvard Arnold Symour Relman disse ao mundo que a profissão médica foi comprada pela indústria farmacêutica.
Dr. Richard Horton, editor-chefe da revista The Lancet, disse que muito da literatura científica publicada hoje é inverdade. Já a Dra. Maria Angell, antiga editora-chefe da New England Journal of Medicine, disse que a “a indústria farmacêutica gosta de se mostrar como uma indústria baseada em pesquisas, como a fonte de drogas inovadoras. Nada poderia ser mais longe da verdade.”
E
é por isso que John Diloxanidas, um epidemiologista da escola de
medicina da Universidade
de Stanford publicou
um artigo intitulado “Porque a maioria dos achados de pesquisas publicadas são falsos” que
subsequentemente se tornou o artigo mais acessado da história da
PLoS.
Dr. Mattson comenta no final do vídeo:
“Porque
a dieta normal é três refeições diárias mais lanches? Não é
porque ela seja o padrão mais saudável de comer, isso é a minha
opinião, mas eu acho que existe um monte de evidências
que mostram
isso. Existe uma grande pressão que exista esse padrão de
alimentação, existe muito dinheiro envolvido.
A
indústria alimentícia – eles vão ganhar dinheiro de pessoas que
pularam o café da manhã, como eu fiz hoje? Não, eles vão perder
dinheiro. Se as pessoas jejuarem, a indústria alimentícia perde
dinheiro. E a indústria farmacêutica?
Se
as pessoas fizerem pequenos jejuns, se exercitarem
periodicamente e forem muito saudáveis, a indústria farmacêutica
vai fazer dinheiro com pessoas saudáveis?”
Principais
pontos da palestra acima e a ciência da qual ela veio
Mark e sua equipe já publicaram vários artigos que discutem como
jejuar duas vezes por semana pode diminuir o risco de desenvolver
doenças como Parkinson e Alzheimer.
“Já
são bem conhecidas as mudanças que fazemos na dieta, afetam nosso cérebro. Crianças que sofrem de epilepsia tem menos
episódios quando são colocadas em dietas de restrição calórica
ou jejuns.
Acredita-se
que o jejum ajuda a iniciar medidas protetivas que ajudam a
contrabalancear os sinais superexcitados que os cérebros epiléticos
muitas vezes exibem (algumas crianças também se beneficiaram de uma
dieta bem específica com muita gordura e pouco carboidrato).
Cérebros
normais, quando superalimentados, podem experimentar outro tipo de
excitação descontrolada, impedindo o funcionamento cerebral.
Basicamente, quando você olha para estudos sobre restrição calórica, muitos deles mostram um tempo de vida prolongado assim como uma habilidade aumentada de lutar contra doenças crônicas.
“A
restrição calórica aumenta o tempo de vida e retarda doenças
crônicas relacionadas a idade em muitas espécies, como ratos,
camundongos, peixes, moscas, minhocas e leveduras. O mecanismo ou
mecanismos pelo qual isso ocorre é desconhecido.”
A frase acima é de uma revisão da literatura que tem mais de 10 anos. O trabalho apresentado aqui mostra alguns dos mecanismos que antes eram desconhecidos.
O jejum faz coisas boas ao cérebro, e isso é evidenciado pelas mudanças neuroquímicas benéficas que acontecem no cérebro quando em jejum. Também aumenta a função cognitiva, fatores neurotróficos, resistência ao dano e reduz a inflamação.
O jejum é um desafio para o cérebro, e o cérebro responde a esse desafio adaptando vias de resposta ao dano que ajudam o seu cérebro a lidar com o dano e o risco de doenças. As mesmas mudanças que ocorrem no cérebro durante o jejum imitam as mudanças que ocorrem com exercício regular. Ambas aumentam a produção de fatores neurotróficos que promovem o crescimento de neurônios, a conexão entre eles e a força das sinapses.
“Desafios
para o cérebro, seja por jejum intermitente ou exercício vigoroso…
é um desafio cognitivo. Quando isso acontece circuitos neurais são
ativados, níveis de fatores neurotróficos aumentam, e isso promove
o crescimento de neurônios (e) a formação e fortalecimento das
sinapses…”
O jejum também pode estimular a produção de novas células nervosas de células-tronco no hipocampo. Ele também menciona a produção de cetonas e que isso poderia aumentar o número de mitocôndrias nos neurônios.
O jejum também aumenta o número de mitocôndrias nas células nervosas; isso é um resultado dos neurônios se adaptando ao dano pelo jejum (pela produção de mais mitocôndrias).
Pelo aumento do número de mitocôndrias nos neurônios, a
habilidade dos neurônios de formar e manter as conexões entre eles
também aumentam, melhorando assim o aprendizado e a memória.
“O
jejum intermitente aumenta a habilidade das células nervosas de
reparar DNA.”
Ele também entra no aspecto evolucionário da teoria – como nossos ancestrais adaptaram e foram selecionados para passar longos períodos de tempo sem comer.
Um estudo publicado na revista Cell Stem Cell por pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia mostrou que ciclos de jejum prolongado protegem contra danos no sistema imune e, mais ainda, induz a regeneração do sistema imune.
Eles concluíram que o jejum altera as células-tronco do estado dormente para o estado de auto-renovação. Ele ativa a regeneração baseada em células-tronco de um órgão ou sistema.
Pesquisas clínicas em humanos foram realizadas usando pacientes que recebiam quimioterapia. Por longos períodos de tempo, os pacientes não comiam, o que reduziu as células de defesa. Em camundongos, ciclos de jejum “ligaram a regeneração, mudando as vias de sinalização das células-tronco hematopoéticas, que são responsáveis pela geração do sistema sanguíneo e imune.”
Isso significa que o jejum mata as células imunes velhas e danificadas e quando o organismo reinicia ele usa as células-tronco para criar células novinhas, completamente saudáveis.
“Nós
não poderíamos prever que o jejum prolongado poderia ter um efeito
tão impressionante na promoção de regeneração baseada em
célula-tronco do sistema hematopoético…
Quando
você passa fome, o sistema tenta poupar energia, e uma das coisas
que você pode fazer para poupar energia é reciclar muitas células
imunes que não são necessárias, especialmente aquelas que estão
danificadas. Nós começamos a notar em humanos e animais que as
células de defesa diminuem
no
jejum prolongado. Quando você é realimentado, as células retornam
–
Valter Longo
Uma revisão de vários estudos sobre jejum foi publicada no The American Journal of Clinical Nutrition em 2007. Ela examinou estudos em humanos e animais e determinou que o jejum é uma maneira efetiva de reduzir o risco de doenças cardiovasculares e câncer. Também mostrou potencial em tratar a diabetes.
Dicas para jejuar
Uma
maneira recomendada de fazer – que foi testada pelo Michael Mosley
da BBC para reverter seu diabetes, colesterol alto e outros problemas
associados com a obesidade – é a que é conhecida como “dieta
5:2”.
No plano 5:2, você reduz sua comida para um quarto das suas
calorias normais nos dias em jejum (que deve ser algo como 600
calorias para homens e 500 calorias para mulheres nas terças e
quintas por exemplo), mas consumindo bastante água. Nos outros cinco
dias da semana, você come uma dieta normal (no mesmo exemplo, 2400
para homens e 2000 para mulheres nos outros dias).
Outra maneira de fazer é restringir sua alimentação em algum horário específico, como só comer entre as 11 da manhã e 7 da noite e não comer fora desse horário.
Aqui
um
artigo
que ele escreveu onde ele explica como o jejum pode ajudar você a
viver uma vida mais saudável.
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quarta-feira, 15 de junho de 2016
A IMPORTÂNCIA DO MAGNÉSIO NO CORPO HUMANO 2
Vídeo com o dr. Luiz Moura, maior divulgador da auto-hemoterapia no Brasil, recém falecido (07 de junho de 2016), falando sobre o uso do cloreto de magnésio, dosagem e uso, cura de cálculos renais, etc.
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domingo, 29 de maio de 2016
CARVÃO VEGETAL ATIVADO
A
prova da eficácia do carvão vegetal ativado se deu em 1831. Na
frente de seus ilustres colegas na Academia Francesa de Medicina, o
químico francês Claude Bertrand Touery bebeu uma dose letal de
estricnina (15
g)
(dez vezes a dose letal) e igual quantidade de carvão diante de
membros da Academia Francesa de Medicina. Em 1913, o Dr. Bertand,
outro médico francês, para demonstrar a eficácia do carvão em
absorver toxinas, sobreviveu após engolir 5 g de trióxido de
arsênico misturado com carvão. Isso é o quão poderoso o carvão
ativado é como um descontaminante de emergência no trato
gastrointestinal, que inclui o estômago e intestinos. O carvão
ativado é considerado para ser o agente individual mais eficaz
disponível. É utilizada depois de uma pessoa engole adsorve ou
quase toda a droga tóxica ou química.
A
princípio, este pode ser um assunto que não desperte muito o seu
interesse; mas creio que, à medida que você for descobrindo as
sensacionais propriedade do carvão ativado. O tema lhe parecerá não
só intrigante, mas excelente.
Dadas
as suas excepcionais propriedade de absorver toxinas e atuar como
curativo, o carvão deveria estar sempre à mão em todos os lares.
Sua utilização é quase universal quanto a da água, tanto do ponto
de vista comercial quanto médico. É usado interna e externamente no
combate aos mais diversos males – de envenenamento provocado por
picadas de abelha e de outros animais a problemas metabólicos, tais
como icterícia de recém-nascido e reação alérgica a veneno de
hera.
O
carvão é um excelente antídoto antidrogas, ou seja,
antienvenenamentos.
Quando
administrado oralmente, o carvão previne com eficácia muitas
infecções intestinais. Todos os estudos mostram que seu uso como
medicamento não provoca danos à saúde – seja ingerido, seja
inalado, seja em contato com a pele, como o metilcolantrene e o
benzopireno.
Suas
aplicações têm servido aos mais diversos fins: combate a odores no
ar e na água, remoção de dióxido de carbono do ar em submarinos,
filtragem de venenos em máscaras de gás, preparação de remédios
e coloração de doces. Quando moído e guardado num jarro tampado em
locais como geladeira, forno, gaveta ou prateleira, é capaz de
absorver uma grande variedade de odores, inclusive de ranço. Também
é utilizado no tratamento de úlceras da pele, na eliminação de
gases intestinais e até como filtro de cigarro. Seu uso interno é
indicado para a eliminação de toxinas do sangue nos casos de
doenças renais e hepáticas. Externamente, pode ser empregado em
banhos e na forma de cataplasmas; estas últimas devem ser aplicadas
cuidadosamente quando se tratar de pele recém-ferida, pois pode
ocorrer um “efeito tatuagem”, caso as lesões se estendam para a
derme.
AQUISIÇÃO
DE DOSAGEM
O
carvão é adquirido com facilidade em lojas de produtos naturais e
em farmácias comuns. É comercializado em pós e na forma de
tabletes e cápsulas. Em geral, o melhor é consumi-los em cápsulas,
pois estas são produzidas com carvão ativado, que é mais potente
na absorção de toxinas. Também é possível prepará-lo em casa –
nesse caso, a madeira utilizada deve ser virgem e livre de
agrotóxicos.
A
dose diária oral recomendada é a seguinte: carvão em pós (uma
colher de sopa misturada com um copo d’água); em cápsulas (quatro
unidades); em tabletes (oito unidades regulares). Ingerir o carvão
na forma escolhida duas vezes ao dia: no meio da manhã e no meio da
tarde. Não deve ser ingerido junto às refeições.
Não
se deve ingerir carvão com regularidade por anos seguidos. Contudo,
não há evidências de problemas ou efeitos colaterais causados por
seu consumo num período inferior a 12 meses. O ideal é que você o
use por alguns dias ou semanas e pare ou que o utilize eventualmente
quando necessitar.
DOSAGEM
EM CASOS DE ENVENENAMENTO POR INGESTÃO
Estima-se
que 10 g (aproximadamente uma colher de sopa) de carvão pode
absorver somente cerca de 3 g a 7 g de materiais tóxicos. Assim, em
caso de envenenamento, é necessário que a dose de carvão a ser
administrada seja oito a dez vezes superior à quantidade estimada em
peso do veneno ingerido.
As
vítimas de envenenamento e intoxicação normalmente são induzidas
ao vômito para eliminação da substância tóxica. Tanto o xarope
de ipecacuanha como a apomorfina promovem a expulsão de cerca de
trinta por cento do veneno presente no estômago; portanto, são
ineficazes nesse tipo de tratamento, uma vez que os outros setenta
por cento permanecem naquele órgão.
A
lavagem estomacal é outro método empregado para tratar casos de
envenenamento – o uso do carvão é bem mais fácil, econômico e
eficiente.
PROCEDIMENTO
EM CASOS DE ENVENENAMENTO POR ANIMAIS
Alguma
vez você já levou picadas de marimbondo, formiga vermelha ou
formigões? Já foi queimado por uma taturana ou picado por uma
aranha
marrom
(Loxosceles) ou por um escorpião? Só de pensar nisso, já dá para
sentir espanto e dor.
Em
todos os casos de acidentes dessa natureza, é necessário ter muito
controle e agir rápido.
1.
Dissolva uma colher de sopa (cheia) de carvão em pó em água pura
até formar uma pasta. (Você deve aumentar a quantidade de carvão
de acordo com o tamanho da área a ser tratada e do estado de
gravidade que se apresentar.)
2.
Faça cataplasma espalhando porções da pasta sobre os pedaços de
tecidos dobrados no tamanho adequado à região a ser tratada.
Coloque um cataplasma sobre a área afetada e troque-a a cada vinte
minutos, por três a quatro vezes.
Picada
de aranha
marrom
– Nesse caso, a pessoa deve também tomar imediatamente o carvão –
uma a duas colheres de sopa (rasa) para um copo d’água, duas a
três vezes ao dia. A princípio, o ferimento provocado por esse tipo
de aranha quase não provoca dor. Contudo, em 24 horas, se forma uma
zona vermelha púrpura em volta do local picado e ocorre aumento da
área da picada. Também pode haver outra ulceração muito profunda
e grave, capaz de estender-se até o osso durante semanas ou meses.
(OBS: Eu já vi casos lesionados por ela, é algo realmente horrível
e toma proporções absurdas. Lena).
Certo
dia, um garoto chegou correndo à minha casa e disse que sua mãe
havia sido picada por uma aranha
marrom
algumas horas antes. Mesmo assim, apesar do tempo decorrido desde o
acidente, ensinei-lhe o precioso antídoto. No dia seguinte, eu soube
que aquela senhora ficou curada.
Picada
de cobra – Se não existir antídoto para o veneno ou se o acidente
ocorrer em local isolado onde não seja possível dispor desse
recurso, aplique imediatamente um cataplasma bem grande de carvão
para cobrir quase inteiramente a extremidade do corpo, centralizando
o tecido sobre o local da picada. Nesse caso, prepara as cataplasmas
utilizando bastante carvão. Troque-as a cada 10 minutos por cinco
vezes, no mínimo. Se houver possibilidade, leve, então, a pessoa
par avaliação médica.
Fonte:
Livro:
Porque pensamento positivo é coisa para pessimista? Luiz Carlos
Amorim
Um
outro texto:
O
carvão ativado contém os minerais existentes nos fósseis vegetais.
Composição:
bário, estrôncio, zircônio, vanádio, cobre, lantânio, cromo,
ítrio, chumbo, níquel, cobalto, gálio, escândio, estanho,
molibdênio, titânio, cádmio, prata, germânio e mais 15 elementos,
em sub-traços.
O
carvão vegetal é uma substância porosa, capaz de captar e de fixar
as substâncias estranhas ou tóxicas que estão no ar, na água, nos
alimentos, no nosso corpo ou sobre a pele. O carvão adsorve (1), com
eficácia, os medicamentos, entorpecentes, aditivos alimentares,
agrotóxicos e adubos químicos, os metais pesados, os gases e os
detergentes.
Todas
essas substâncias estranhas que invadem o nosso organismo,
sobrecarregando e danificando os rins e o fígado, podem ser
adsorvidas pelo carvão e excretadas.
Adsorve
também as bactérias (como salmonelas e estafilococos), vírus (como
o da febre aftosa), as toxinas produzidas pelos bacilos da difteria,
do tétano, do botulismo e da gangrena, os tóxicos e ácidos
provenientes da decomposição dos alimentos.
O
carvão vegetal ativado adsorve as substâncias tóxicas, impedindo
ou limitando sua absorção (assimilação) no aparelho digestivo.
Impede fisicamente a intoxicação, captando as substâncias
tóxicas que estão no intestino. Além disso, ele tem a capacidade
de ajudar na desintoxicação, pois graças ao efeito da diálise, o
carvão também permite eliminar tóxicos que já se encontram no
sangue, em contato com a parede intestinal. Não tem efeitos
colaterais.
O
carvão é usado em casos de:
1.
Intoxicação por medicamentos
– O
carvão ativado adsorve muito bem os antidepressivos, os
betabloqueadores,
os broncodilatadores,
os barbitúricos utilizados em dose excessiva (como na tentativa de
suicídio) e muitos outros medicamentos.
2.
Intoxicação por alimentos
– Essas
intoxicações são provocadas pela toxina secretada por um micróbio
presente no alimento infectado (carnes, peixes, crustáceos,
conservas, doces, etc). Adsorvendo as bactérias e as toxinas (ex:
Escherichia coli, Clostridium perfringens, Vibrio cholerae) o carvão
impede que passem para o sangue. O carvão adsorve avidamente até as
aflatoxinas, venenos produzidos pelos fungos do bolor, que podem
prejudicar o sistema nervoso e causar câncer do fígado (100 g de
carvão ativado adsorvem 1 mg de aflatoxina B1). As aflatoxinas que
aparecem, principalmente no pão e no amendoim embolorado, também
podem estar presentes no presunto defumado, no coco ralado, em nozes
e em amêndoas.
3.
Problemas digestivos
– Como
diarreia,
gases e mau hálito. O carvão adsorve os próprios gases ou as
bactérias intestinais que produzem os gases.
Em
casos de diarreia,
o melhor tratamento é a reidratação acompanhada de carboterapia,
pois o carvão é eficaz no combate às diarreias
provocadas por medicamentos e também à diarreia
tão desagradável do turista (tomar 2 colheres de carvão em um copo
d'água a cada 4 ou 8 horas).
OBS.:
O carvão é usado muito eficazmente, três vezes ao dia, para
diminuir o odor das fezes em pacientes com colostomia ou ileostomia.
4.
Picada de cobra, aranha, escorpião, abelha, vespa, contato com
água-viva.
Como
o carvão ativado adsorve o veneno, aplica-se sob forma de pasta,
diretamente sobre a picada ou aplica-se uma compressa (envolvendo a
pasta de carvão em uma gaze) coberta de plástico. Como medida de
primeiro socorro, em caso de picada de cobra, lava-se o local da
picada com sabão e mergulha-se durante uma hora em água com carvão
(1/2 xícara de carvão para 6 a 15 litros d'água). Depois,
aplica-se uma compressa no local da picada, trocando-se a cada 15
minutos. Também ministra-se, a cada 2 horas, por via oral, durante 3
dias.
OBS.:
Essas aplicações não devem substituir a busca de ajuda para a
aplicação do soro contra o veneno de cobra, aranha ou escorpião.
5.
Problemas dos olhos, nariz, garganta e ouvidos
– O
carvão pode ser usado como germicida no tratamento de infecções
superficiais. Um cataplasma de carvão representa, às vezes, o único
tratamento de uma furunculose no canal auditivo. Também podemos
branquear os dentes escovando-os com o carvão numa escova úmida.
6.
Insuficiência renal aguda e crônica
– Para
combater as complicações infecciosas.
7.
Icterícia grave do recém-nascido
– Para
a adsorção de bilirrubina. No caso de icterícia nuclear, foi
possível reduzir a necessidade de transfusão, dando ao bebê 1/2
colher de chá de carvão ativado em uma mamadeira, a cada 3 horas.
8.
Feridas infectadas com pus
– Como
ficou comprovado que os curativos com carvão ativado adsorvem
bactérias, diminuem as secreções e reduzem o mau cheiro da ferida,
a Grã-Bretanha emprega esses curativos nos campos de batalha. O
carvão é também usado em hospitais para curativos de úlceras
varicosas infectadas e feridas pós-operatórias infectadas.
Constataram que o carvão adsorve Bacillus subtilis, Escherichia
coli, Pseudomonas aeruginosa, Proteus vulgaris, Staphylococcus aureus
e epidermis. Graças ao carvão uma moça que sofria de diabetes
juvenil pôde evitar que
um de seus pés fosse amputado.
9.
Problemas de dependência
– O
carvão adsorve eficazmente muitas substâncias contidas nas bebidas
alcoólicas (o álcool etílico e outras substâncias do gênero),
responsáveis pelos sintomas da intoxicação alcoólica aguda.
Também ficou comprovado que o carvão é um adsorvente eficaz de
diversos alcaloides
e principalmente da nicotina e da morfina.
10.
Envelhecimento
– Como
o organismo, ao envelhecer, torna-se mais sensível aos agentes
tóxicos, diversos geriatras comprovaram o efeito benéfico de uma
dose diária e regular de 20 a 80 g (3 a 12 colheres de sopa) de
carvão em pó, para pessoas de idade. A carboterapia bem conduzida
pode regenerar o organismo e aumentar a longevidade.
(1)
adsorver: significa fixar as moléculas de uma
substância na superfície de outra. Esse processo difere da
absorção, que consiste em assimilar, consumir as moléculas.
Comprado
na sua farmácia local, carvão ativado é comumente usado em
tratamento de emergência para tipos específicos de envenenamentos e
overdoses de drogas para evitar que o veneno que está sendo
absorvido pelo estômago e para dentro do corpo. Carvão também é
usado para curar a gases, flatulência e ajudar uma dor de estômago.
Um desodorante natural e desinfetante, o carvão vegetal ativado é
um dos melhores para absorção e adsorção de agentes conhecidos.
Tomado
por via oral, estas cápsulas pretas têm uma incrível capacidade de
extrair e neutralizar muito mais vezes o seu próprio peso em gases,
metais pesados, toxinas, venenos e outros produtos químicos.
Ele
é
muito
reconhecido como sendo particularmente útil no alívio para o gás
aprisionado na parte inferior do intestino, os médicos e as agências
reguladoras também reconhecer propriedades de limpeza de carvão. O
carvão ativado é usado em todo o mundo na sala de emergência do
hospital para neutralizar drogas e venenos.
O
carvão vegetal ativado tem uma estimativa de redução e absorção
de substâncias venenosas do organismo para quase 60%. Ele funciona
através da ligação (absorção) de produtos químicos, reduzindo
assim a sua toxicidade (de natureza venenosa), através de todo o
comprimento do estômago e intestinos delgado e grosso.
O
carvão ativado é muitas vezes dado depois que o estômago é
bombeado em uma lavagem gástrica. A lavagem gástrica só é eficaz
imediatamente após a ingestão de uma substância tóxica (dentro de
cerca de meia hora) e não tem efeitos que vão além do estômago
como carvão ativado faz.
Como
o carvão vegetal ativado age para fazer a limpeza de toxinas de
nosso corpo?
Em
outras palavras, a substância tóxica atribui à superfície do
carvão. Porque carvão não é “digerido”, ele permanece no
interior do trato GI e elimina a toxina quando a pessoa tem uma
evacuação.
Este
mecanismo de ação não deve ser confundido com a absorção. A
absorção ocorre quando uma substância passa para dentro ou através
de um tecido, como a água passa para uma esponja. Uma vez que o
produto químico ou fármaco foi absorvido pelo trato, o carvão
ativado já não pode recuperar a ingestão tóxica. Ele só vai
anexar a substâncias que ainda estão dentro do estômago ou
intestinos.
AVISO:
O carvão vegetal ativo pode diminuir a absorção do seu corpo de
certos nutrientes e também interferir em outros medicamentos, tome
sempre com acompanhamento médico.(eu já pensava nessa possibilidade
e já falei aqui em comentários. Lena)
EFEITO
DESINTOXICANTE
Muito
poucos profissionais de saúde percebem o poder do carvão vegetal
ativado como um agente para remover as toxinas do corpo, o carvão
vegetal ativado é o melhor desintoxicante único para a limpeza de
todo o organismo. É claro que, acompanhado
de
carvão vegetal ativado, não se pode esquecer água, tanto no
exterior como do interior para ajudar a lavar venenos. Richard C.
Kaufman, BS, MS, PhD, (Química Bio-nutricional da Universidade de
Bruxelas) tem escrito extensivamente no campo de antienvelhecimento.
Ele escreve: “A desintoxicação é um processo biológico em curso
que impede toxinas (a partir de agentes infecciosos, comida, ar, água
e substâncias que em contato com a pele) de destruir a saúde.
A
exposição crônica a toxinas produz danos celulares, e diversas
doenças, reações alérgicas como, a imunidade comprometida e
envelhecimento prematuro. “Como um plano geral de desintoxicação
para contrariar estas exposições diárias a toxinas, ele encontrou
dois programas que, usando o carvão vegetal ativado, têm funcionado
bem para ele e outros. Ele recomenda também.
1
– Use
o carvão ativado em dois dias consecutivos por semana. Tome um total
de 20 a 35 gramas por dia divididos em duas ou três doses. Tomar de
manhã, ao meio-dia e antes de dormir com o estômago vazio. Evite
excesso de calorias ou alimentos processados, nesses dias.
2
– Pegue
cerca de 20 gramas por dia de carvão ativado em doses divididas por
vários meses. Siga com uma pausa de um mês e retorne o ciclo.
Esses
programas não devem ser vistos como licença para continuar
quaisquer práticas insalubres. Carvão vegetal deve ser visto como
um auxiliar para tocar as práticas de saúde e manutenção, e não
como um back-up para indiscrições intencionais. Mas, devemos dar-se
para um pouco de descuido, o carvão vegetal ativado é uma ajuda
maravilhosa para a recuperação de nossa saúde e desintoxicação
do nosso organismo.
Referências:
Livro
Medicinal Charcoal and Its Applications
Como age: inibe a absorção gastrintestinal por adsorver substâncias na ampla superfície ativada do carvão (a ativação é um processo que cria uma rede de poros no carvão, fazendo com que a substância tóxica se junte a ele, diminuindo a quantidade disponível para absorção pelo sistema digestivo). Carvão ativado é insolúvel em água e a quantidade de droga que o Carvão ativado pode adsorver é de 100 a 1000 mg por grama de carvão.
Como usar
Uso
oral
Adultos
e adolescentes
dose
total de 25 a 100 g.
Crianças
de 1 a 12 anos de idade
dose
total de 25 a 50 g.
Crianças
entre 6 meses e 1 ano de idade
1
g por kg de peso corporal.
Crianças
com menos de 6 meses de idade: não
usar.
Cuidados especiais
Risco na gravidez
Classe
C
Amamentação
problemas
não documentados.
Não usar o produto paciente que esteja inconsciente; cirurgia gastrintestinal recente; debilitado; obstrução gastrintestinal ou do íleo; perfuração gastrintestinal; hemorragia gastrintestinal; envenenamento por cianetos, ácidos minerais, álcalis (cáusticos), etanol, metanol ou sais de ferro (carvão não terá nenhuma ação); criança com menos de 6 meses de idade.
Avaliar riscos x Benefícios: desequilíbrio eletrolítico; depleção do volume gastrintestinal; diminuição acentuada do trânsito intestinal.
Reações mais comuns (ocorrem em pelo menos 10% dos pacientes):
Gastrintestinal:
diarreia.
Atenção ao utilizar outros produtos
O carvão ativado:
•
pode
diminuir a ação de: paracetamol; barbiturato; carbamazepina;
digitoxina; digoxina; furosemida; glutetimida; hidantoína;
metotrexato; nizatidina; fenotiazina; fenilbutazona; propoxifeno;
salicilato; sulfonamida; sulfonilureia; tetraciclina; teofilina;
antidepressivo tricíclico; ácido valpróico. Tomar o Carvão
ativado pelo menos 1 hora após administração desses medicamentos,
ou no mínimo 2 horas antes.
•
pode
anular a ação de: xarope de ipeca; acetilcisteína.
•
pode
ter sua ação diminuída por: leite; sorvete.
Outras considerações importantes:
•
não
deve ser administrado a indivíduos que estejam perdendo a
consciência.
•
se
a ipeca tiver sido utilizada para induzir o vômito, aguardar 1 a 2
horas para tomar o Carvão ativado.
•
não
misturar o produto com leite, sorvete ou suco de frutas.
•
o
sorbitol pode ser adicionado a esse produto para melhorar seu gosto.
•
Carvão
ativado adsorve gases do ar, portanto deve ser guardado em
recipientes bem fechados.
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