sexta-feira, 14 de outubro de 2016

VITAMINA D3

TRATAMENTOS ATRAVÉS DA VITAMINA D3

https://youtu.be/_Y-uQncXJQI

Nutriente previne 17 tipos de câncer e pode ser um tratamento para doenças autoimunes

A vitamina D combate doenças autoimunes. A vitamina D é um hormônio esteroide lipossolúvel essencial para o corpo humano e sua ausência pode proporcionar uma série de complicações. Afinal, ela controla 270 genes, inclusive células do sistema cardiovascular. A principal fonte de produção da vitamina se dá por meio da exposição solar, pois os raios ultravioletas do tipo B (UVB) são capazes de ativar a síntese desta substância. Alguns alimentos, especialmente peixes gordos, são fontes de vitamina D, mas é o sol o responsável por 80 a 90% da vitamina que o corpo recebe. Ela também pode ser produzida em laboratório e ser administrada na forma de suplemento, quando há a deficiência e para a prevenção e tratamento de uma série de doenças.
A vitamina D é necessária para a manutenção do tecido ósseo, ela também influencia consideravelmente no sistema imunológico, sendo interessante para o tratamento de doenças autoimunes, como a artrite reumatoide e a esclerose múltipla, e no processo de diferenciação celular, a falta deste nutriente favorece 17 tipos de câncer.
Esta substância ainda age na secreção hormonal e em diversas doenças crônicas não transmissíveis, entre elas a síndrome metabólica que tem como um dos componentes o diabetes tipo 2.
O consumo da vitamina D é essencial para as gestantes, a falta dela pode levar a abortos no primeiro trimestre. Já no final da gravidez, a carência do nutriente favorece a pré-eclâmpsia e aumenta as chances da criança ser autista.
A vitamina D foi denominada desta forma em 1922, pois naquela época acreditava-se que ela só poderia ser obtida por intermédio da alimentação. Ela foi batizada de D por ter sido a quarta substância descoberta, depois das vitaminas A, B e C. A partir da década de 1970 os pesquisadores descobriram que a vitamina D poderia ser sintetizada pelo organismo, ou seja, na realidade ela é um hormônio, não uma vitamina.

Benefícios comprovados da vitamina D    
Fortalece os ossos: A vitamina D é necessária para a absorção do cálcio pelos ossos. Pessoas com deficiência de vitamina D chegam a aproveitar 30% menos de cálcio proveniente da dieta. O cálcio é responsável por fortalecer ossos e dentes. A deficiência deste nutriente pode causar o raquitismo na infância e a osteoporose na vida adulta. Um exemplo da importância da combinação dessas duas substâncias é que sempre que a recomendação de suplementação de cálcio, ela é feita acompanhada de vitamina D para atuar na absorção do mineral.
Uma pesquisa feita pela Universidade de Zurique com 40.000 pessoas com mais de 65 anos observou que a suplementação de vitamina D reduz em 20% o risco de fraturas no quadril e em outras regiões, com exceção da coluna vertebral.
Protege o coração: A vitamina D participa do controle das contrações do músculo cardíaco, necessárias para bombear o sangue para o corpo. Além disso, ela permite o relaxamento dos vasos sanguíneos e influencia na produção do principal hormônio regulador da pressão arterial, a renina.
A falta da vitamina D pode levar ao acúmulo de cálcio na artéria, favorecendo o risco de formação de placas. Com todas essas questões, as chances de desenvolver doenças cardiovasculares como insuficiência cardíaca, derrame e infarto são maiores em pessoas com deficiência de vitamina D.
Uma pesquisa feita com 50.000 homens pelo Harvard School of Public Health durante dez anos observou que aqueles que tinham deficiência em vitamina D possuíam duas vezes mais chances de sofrer um ataque cardíaco do que os homens que não tinham a deficiência.
Gravidez segura: A vitamina D é muito importante para as gestantes. No primeiro trimestre a falta dela pode levar a abortos. Em casos de abortos múltiplos no início da gravidez, pode ser que o sistema imunológico da mãe esteja rejeitando a implantação do embrião. Como a vitamina D age no sistema imunológico, ela pode corrigir este problema.
Além disso, no final da gravidez, a ausência da vitamina D pode causar a pré-eclâmpsia, doença na qual a gestante desenvolve a hipertensão. Afinal, esta substância influência na produção da renina, principal hormônio regulador da pressão arterial. A falta de vitamina D também aumenta as chances da criança ser autista, pois ela é importante para o desenvolvimento do cérebro do bebê.
Uma pesquisa publicada no The American Journal of Clinical Nutrition feita com mais de 1000 gestantes, observou que quando a mulher ingere a vitamina D, os riscos do bebê desenvolver problemas respiratórios diminuem.
Outro estudo feito pela Universidade da Carolina do Sul, dos Estados Unidos, com 500 gestantes observou que o suplemento de vitamina D previne problemas como diabetes gestacional, parto prematuro e infecções.
Boa para prevenir e controlar o diabetes: O fato da vitamina D influenciar a produção de renina também é interessante para prevenir o diabetes, pois a falta desta substância favorece a doença. Além disso, a produção de insulina pelo pâncreas requer a participação da vitamina D.
Como a diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, a vitamina D torna-se interessante por ser um imunoregulador que inibe seletivamente o tipo de resposta imunológica que provoca a reação contra o próprio organismo.
Um estudo realizado pelo Institute of Child Health da Inglaterra acompanhou 10.000 crianças finlandesas desde o nascimento e observou que aquelas que receberam regularmente suplementos da vitamina tiveram 90% menos chances de desenvolver diabetes tipo 1.
Boa para os músculos: A vitamina D contribui para a força muscular, portanto, sua ausência leva a perda dessa força e aumenta o risco de quedas e fraturas. Uma pesquisa feita pela Universidade de Zurique com pessoas acima de 65 anos observou que o consumo de vitamina D pode diminuir o risco de quedas em 19%.


Benefícios em estudo da vitamina D

Tratamento de doenças autoimunes: a vitamina D já está sendo utilizada no tratamento de doenças autoimunes, condição que ocorre quando o sistema imunológico ataca e destrói tecidos saudáveis do corpo por engano. A vitamina D é um imunoregulador que inibe seletivamente o tipo de resposta imunológica que provoca a reação contra o próprio organismo. O tratamento de doenças autoimunes com vitamina D é algo recente, mas é visto por especialistas como um grande avanço da medicina.
Algumas das doenças autoimunes que podem ser tratadas com altas doses de vitamina D são: esclerose múltipla, artrite reumatoide e problemas oftalmológicos que podem comprometer seriamente a visão do indivíduo e para os quais o tratamento costumava ser muito difícil.
O neurologista Cícero Galli Coimbra, professor-associado e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), já tratou cerca de 1.200 pacientes com esclerose múltipla e muitos outros com diferentes tipos de doenças autoimunes utilizando principalmente o tratamento com doses de vitamina D.
O tratamento pode não só evitar que a doença avance como também proporcionar a recuperação de sequelas recentes. Tudo dependerá da doença e do tempo que a pessoa tem as sequelas, por isso o quanto antes iniciar o tratamento, melhor.
É importante ressaltar que este tipo de tratamento com suplementos de vitamina D, deve ser realizados somente por médicos, pois o consumo em excesso da substância por conta própria pode causar sérios problemas para a saúde.
Outro estudo publicado no Journal of The American Medical Association feito com 7 milhões de norte-americanos constatou que o consumo de suplementos de vitamina D está associado ao menor risco de esclerose múltipla.
Previne e ajuda no tratamento do câncer: A falta de vitamina D favorece 17 tipos de câncer, como os de mama, próstata e melanoma. Isto ocorre porque a substância participa do processo de diferenciação celular, que mantém as células cardíacas como células cardíacas, as da pele como da pele e assim por diante. Desta maneira ela evita que as células se tornem cancerosas. Além disso, a vitamina D ainda promove a autodestruição das células cancerosas.
Por essas razões, alguns estudos mostraram que além de prevenir o câncer, o consumo de altas doses dessa substância pode ser eficaz no combate a determinados tipos de câncer. Porém, neste caso também é necessário que a ingestão dos suplementos de vitamina D sejam realizados com o acompanhamento médico.
De acordo com o National Cancer Institute dos Estados Unidos há diversos estudos que apontam que a vitamina D é uma aliada no tratamento do câncer, especialmente do colorretal, de próstata e de mama. Porém, o instituto também diz que ainda são necessários mais estudos.
Boa para autistas: Como a vitamina D é importante para o desenvolvimento do cérebro, ela ajuda a prevenir o autismo durante a gestação. Caso a pessoa tenha esta condição, continua interessante que ela obtenha a vitamina D, o que muitas vezes não ocorre facilmente por meio da exposição solar, fonte da substância, pois o indivíduo passa muito tempo em ambientes fechados.
Um estudo realizado pelo Children's Hospital Oakland Research Institute, nos Estados Unidos, observou que três hormônios do cérebro que afetam o comportamento social, serotonina, ocitocina e vasopressina, são ativados pela vitamina D.
Previne gripe e resfriado: Este benefício tem sido estudado com base em alguns problemas causados pela falta de vitamina D. Crianças com deficiência de vitamina D tem mais chances de desenvolver infecções respiratórias. Já adultos com menores quantidades de vitamina D contraem mais resfriados e problemas no trato respiratório.
Uma pesquisa publicada no The American Journal of Clinical Nutrition que contou com a participação de 340 crianças japonesas durante quatro meses, observou que os riscos de contrair gripe diminuiu no grupo que ingeriu o suplemento de vitamina D.
Diminui o risco de morte prematura: Uma pesquisa publicada no Archives of Internal Medicine sugere que tomar suplementos de vitamina D podem reduzir as taxas de mortalidade. O estudo observou o resultado de 18 estudos que contaram no total com cerca de 60.000 participantes e constatou que o consumo de suplementos de vitamina D diminui em 7% o risco de mortalidade por qualquer causa.



Interações
Quando consumida dentro das quantidades recomendadas a vitamina D não interage com nenhuma outra substância. Porém, quando ingerida em excesso, pode levar a alta absorção de cálcio, por isso que o consumo de vitamina D além do recomendado, só pode ser feito com orientação médica.

Efeitos colaterais
Quando consumida dentro das quantidades recomendadas, a vitamina D não tem efeitos colaterais. Porém, quando ingerida em excesso, pode prejudicar os rins por causar o aumento da absorção de cálcio. Por isso, é importante que o consumo além do recomendado desta vitamina, seja feito com acompanhamento médico.

Deficiência
A deficiência de vitamina D pode causar uma série de problemas de saúde. A falta dela aumenta o risco de problemas cardíacos, osteoporose, câncer, gripe e resfriado, e doenças autoimunes como esclerose múltipla e diabetes tipo 1. Em mulheres grávidas deficiência de vitamina D aumenta o risco de aborto, favorece a pré-eclâmpsia e eleva as chances da criança ser autista.

O quanto obter de vitamina D
Segundo diversos estudos realizados recentemente, entre eles um da Universidade do Wisconsin, Estados Unidos, e outro da Universidade de Toronto, Canadá, a orientação para pessoas com mais de 50 quilos é consumir entre 5.000 e 10.000 unidades internacionais de vitamina D ao dia. O mesmo vale para as gestantes e lactantes.
No caso das crianças a orientação é ingerir até 1.000 unidades internacionais de vitamina D para cada 5 quilos de peso. Então, uma criança que pesa 30 quilos, por exemplo, pode ingerir até 6.000 unidades internacionais de vitamina D.

Como obter a vitamina D
Apesar de estar presente em alimentos de origem animal, estas comidas não possuem a quantidade de vitamina D que o organismo necessita. Por isso, para evitar a carência da substância é importante tomar de 15 a 20 minutos de sol ao dia, preferencialmente entre 11 horas e 13 horas.
Recomenda-se que 60% do corpo esteja exposto, pois a quantidade de vitamina D que será absorvida, é proporcional a quantidade de pele que está exposta.
Ao se expor ao sol para obter a vitamina D é importante não passar o filtro solar.
As janelas também atrapalham a absorção da vitamina D. Isto porque os raios ultravioletas do tipo B (UVB), capazes de ativar a síntese da vitamina D, não conseguem atravessar os vidros.
A exposição ao sol da maneira recomendada proporcionará as 10 mil unidades internacionais de vitamina D. Como a exposição solar já proporcionará boas quantidades da substância, é importante que a necessidade do indivíduo seja analisada por um profissional da saúde, a fim de saber se apenas o sol é o suficiente ou se é preciso uma alimentação rica na substância ou suplementação.

Fontes de vitamina D
Todos os alimentos fontes de vitamina D são de origem animal porque as fontes vegetais não conseguem sintetizar a vitamina da maneira como os alimentos provenientes de animais. Até mesmo o alimento com as maiores quantidades da substância, o salmão, conta com somente 6,85% das necessidades diárias de vitamina D em uma porção de 100 gramas. Por isso, tomar sol é fundamental para evitar a carência do nutriente.


  • Atum (100 gramas) corresponde a 227 unidades internacionais e a 2,27% das necessidades diárias.
  • Sardinha (100 gramas) corresponde a 193 unidades internacionais e a 1,93% das necessidades diárias
  • Ovo (uma unidade) corresponde a 43,5 unidades internacionais e a 0,43% das necessidades diárias
  • Queijo cheddar (50 gramas) corresponde a 12 unidades internacionais e a 0,12% das necessidades diárias
  • Carne bovina (100 gramas) corresponde a 15 unidades internacionais e a 0,15% das necessidades diárias

Uso de suplemento de vitamina D: Os suplementos de vitamina D podem ser utilizados em casos de constatação de carência da substância ou no tratamento de algumas doenças. A falta do nutriente é constatada após exame de sangue. É importante ressaltar que os suplementos só podem ser tomados após a orientação médica para o consumo dessas doses extras. Em alguns tratamentos são orientadas superdoses de vitamina D, ou seja, uma quantidade além do que é normalmente orientado. Nesses casos o consumo sempre é feito com orientação médica e é preciso observar o quanto de cálcio e líquidos a pessoa ingerirá, sendo que o consumo do mineral pode precisar ser reduzido e o de líquidos aumentados.

Idosos e os suplementos: Pessoas mais velhas produzem menos vitamina D em resposta à exposição ao sol por questões metabólicas relacionadas à idade. A quantidade da substância produzida em uma pessoa de 70 anos é, em média, um quarto da que é sintetizada por um jovem de 20 anos. Por isso, é interessante que os idosos conversem com seus médicos sobre a possibilidade de consumir suplementos de vitamina D.

Riscos do consumo em excesso de vitamina D
É importante destacar que o excesso de vitamina D só ocorre por meio da suplementação. Isto porque os alimentos não contam com quantidades grandes da substância e a obtenção dela por meio dos raios solares é regulada pela pele, que cessa a produção da vitamina quando atinge os valores necessários.
Porém, o excesso por meio dos suplementos sem a orientação médica pode ser muito perigoso. Há o risco de ocorrer a elevação da concentração de cálcio no sangue e isso pode provocar a calcificação de vários tecidos, sendo que os mais afetados são os rins, que podem chegar a perder sua função.

Combinando a vitamina D
Suplemento + hidratação: Ao ingerir os suplementos de vitamina D, para evitar problemas de saúde, especialmente nos rins, além do acompanhamento médico, é importante se hidratar e manter uma dieta balanceada.

A deficiência de vitamina D
Infelizmente, cerca de 80% das pessoas que vivem em um ambiente urbano, são carentes em vitamina D. Isto porque elas passam grandes períodos de tempo em locais fechados e não se expõem ao sol.
Contudo, a deficiência pode ser revertida. É possível fazer esta correção do quadro por meio de suplementação, lembrando que esta alternativa é válida somente após a orientação médica, e/ou tomando sol sem proteção solar 60% do corpo exposto, durante quinze a vinte minutos todos os dias.

sábado, 24 de setembro de 2016

ASPARTAME A VERDADE

ACORDEM ENQUANTO É TEMPO
Jorge Jacinto - Terapeuta Naturista
Fiquem atentos
Voltem para o velho e bom açúcar, que no Brasil há mais de 500 anos que alimenta a nossa população e nossos antepassados não apresentavam esses sintomas das doenças "modernas”.

Passei alguns dias falando na CONFERÊNCIA MUNDIAL DE MEIO AMBIENTE a respeito do ASPARTAME, conhecido como Nutrasweet, Equal, Zerocal, Finn e Spoonful.
Eles anunciaram que existia uma epidemia de Esclerose Múltipla e Lúpus sistêmico, e não entendiam que toxina estava fazendo com que essas doenças assolassem os Estados Unidos tão rapidamente.
Eu expliquei que estava lá para falar exatamente sobre este assunto.

ALZHEIMER, MAL DO ADOÇANTE 
Artigo escrito pela Dra. Mancy Marckle.

Quando a temperatura excede 30º C, o álcool contido no ASPARTAME se converte em formaldeído e daí para ácido fórmico (o ácido fórmico é o veneno das formigas), que provoca acidose metabólica. A toxicidade do metanol imita a esclerose múltipla e as pessoas recebem diagnóstico errado de esclerose múltipla.
A Esclerose múltipla não se constitui em sentença de morte, mas a toxicidade do metanol sim. No caso do Lúpus sistêmico, estamos percebendo que é quase tão grave quanto à esclerose múltipla, especialmente em usuários de Diet Coke e Diet Pepsi. Nos casos de Lúpus sistêmico causado pelo ASPARTAME, a vítima geralmente não sabe que o Aspartame é a causa de sua doença e continua com seu uso, agravando o lúpus a um grau tão intenso que algumas vezes ameaça a vida. Quando interrompemos o uso do Aspartame, as pessoas que tinham lúpus ficam assintomáticas.
Em uma conferência eu disse: 'Se você está usando ASPARTAME (Nutrasweet, Equal, e Spoonful, etc.) e sofre de sintomas como fibromialgia, espasmos, dores, formigamento nas pernas, câimbras, vertigem, tontura, dor de cabeça, zumbido no ouvido, dores articulares, depressão, ataques de ansiedade, fala atrapalhada, visão borrada ou perda de memória - você provavelmente tem a DOENÇA DO ASPARTAME! As pessoas começaram a pular durante a palestra dizendo: Eu tenho isto, é reversível? É impressionante.
Há um tempo atrás houve Audiências no Congresso dos EUA incluindo o aspartame em 100 produtos diferentes. Nada foi feito. Os lobbies da droga e da indústria química têm bolsos muito profundos.
Agora existem mais de 5000 produtos contaminados com este produto químico, e a patente expirou. Na época da primeira audiência, as pessoas estavam ficando cegas.
O metanol no aspartame se converte em formaldeído na retina do olho. Formaldeído é do mesmo grupo das drogas como cianeto e arsênico - Venenos mortais! Infelizmente, leva muito tempo para matar, mas está matando as pessoas e causando todos os tipos de problemas neurológicos.
O Aspartame muda a química do cérebro. É a causa de diversos tipos de ataque. Esta droga muda os níveis de dopamina no cérebro. Imagine o que acontece com os pacientes que sofrem de Doença de Parkinson? Também causa malformações fetais. Não existe nenhuma razão para se utilizar este produto.

NÃO É UM PRODUTO DIETÉTICO! Os anais do congresso dizem: Ele faz você desejar carboidratos e faz engordar. Dr. Roberts viu que quando ele interrompeu o uso do Aspartame a perda de peso foi de 9,5 kg por pessoa. O formaldeído se armazena nas células adiposas, principalmente nos quadris e coxas.

O Aspartame é especialmente mortal para os diabéticos. O Dr. H.J. Roberts, especialista diabético e perito mundial em envenenamento pelo Aspartame, escreveu um livro intitulado: DEFESA CONTRA A DOENÇA DE ALZHEIMER.
www.sunsentpress.com/defenseAgainstAlzheimers.html
Dr. Roberts conta como o envenenamento pelo Aspartame está relacionado à doença de Alzheimer. E realmente está. Mulheres de 30 anos estão sendo internadas com Alzheimer.
Dr. Russell Blaylock e Dr. Roberts estão escrevendo uma carta-posição com alguns casos relatados e vão colocá-la na Internet.

Imprima este artigo e avise todas as pessoas que você conhece.
 
TIRE TUDO O QUE CONTÉM ASPARTAME DO ARMÁRIO.

Eu asseguro que A MONSANTO, A CRIADORA DO ASPARTAME - SABE COMO ELE É MORTAL. ELES FINANCIAM A ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE DIABETES, A ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE DIETÉTICA, O CONGRESSO E A CONFERÊNCIA DO COLÉGIO AMERICANO DE MEDICINA.

O New York Times, em 15 de Novembro de 1996, publicou um artigo a respeito de como a Associação Americana de Dietética recebe dinheiro da indústria Alimentícia para endossar seus produtos. Por isso, eles não podem criticar aditivos ou falar a respeito de sua ligação com a MONSANTO. A que ponto chega isso? Dissemos a uma mãe cujo filho estava usando Nutrasweet para interromper o uso do produto. A criança estava tendo convulsões diárias.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

ÁCIDO ALFA-LIPÓICO OU ALA

O auxílio de suplementos e substâncias que possam beneficiar a condição física e de saúde diante dos exercícios físicos de alta intensidade, sempre reduz os impactos de uma dieta restritiva e a longo prazo. Inevitavelmente, o nosso corpo deve superar alguns desequilíbrios de nutrientes e é exatamente, para isso que diversas pessoas adotam a suplementação de ácido alfa-lipóico ou ALA.
Ele pode reduzir as consequências ocasionadas pela readaptação do comportamento corporal. A partir de agora, você entenderá o que é o ácido alfa-lipóico e quais os benefícios e efeitos colaterais que ele pode oferecer à sua saúde, assim você poderá reconhecer se ele é um diferencial ou não.

O QUE É?
O ácido alfa-lipóico é um ácido graxo encontrado naturalmente no interior de cada célula do corpo reconhecido pelas semelhanças com vitaminas. É necessário pelo corpo para produzir a energia para o funcionamento normal do nosso corpo. O ácido alfa-lipóico converte glicose (açúcar no sangue) em energia.
O ácido alfa-lipóico possui propriedades, tanto antioxidantes quanto anti-inflamatórias.

Ácido alfa-lipóico como antioxidante (substância que neutraliza substâncias químicas potencialmente prejudiciais, chamadas radicais livres) com propriedades hidro (água) e lipossolúveis (gorduras), (ao contrário dos mais comuns antioxidantes - vitaminas C e E), o que significa proteção para todas as partes da célula, incluindo a mitocôndria e parece ser capaz de reciclar os antioxidantes, como vitamina C e glutationa, depois de terem sido utilizados. 
A glutationa é um importante antioxidante que ajuda o organismo a eliminar substâncias potencialmente nocivas. 
O ácido alfa-lipóico aumenta a formação de glutationa. Este composto também é considerado um acelerador do metabolismo, proporcionando aumento da produção de energia.
Um benefício indiscutível desse suplemento é a estabilização dos níveis de açúcar no sangue, prevenindo doenças como síndrome metabólica e diabetes. Outro mecanismo de proteção da célula é o controle da liberação de óxido nítrico, uma substância que em excesso é extremamente nociva para o organismo.

Outra propriedade do Ácido Alfa-lipóico é agir como um poderoso anti-inflamatório. Ele tem efeito sobre o óxido nítrico e sobre o fator de transcrição nuclear – fator KAPPA-B (NFK-B). O NFK-B é ativado pelo estresse oxidativo na célula que, então, entra no núcleo onde proteínas pró-inflamatórias são codificadas. 
O Ácido Alfa-lipóico modula a ação do óxido nítrico e pode então suprimir os efeitos de sua forma prejudicial, que leva normalmente a doenças, e aumenta sua forma indutora que é fisiológica. Novamente esta propriedade leva a uma ação anti-inflamatória sobre a pele, que pode explicar alguns dos efeitos positivos do Ácido Alfa-lipóico sobre o envelhecimento da pele. A forma do óxido nítrico indutor e benéfico também controla a vasodilatação.
Sabe-se que cicatrizes hipertróficas são deficientes em óxido nítrico e que o Ácido Alfa-lipóico pode aumentar os níveis da forma indutora benéfica do óxido nítrico, provavelmente alterando a função do fibroblasto. É mais difícil explicar porque cicatrizes atróficas respondem à terapia tópica com Ácido Alfa-lipóico. Entretanto, isto pode ser um resultado do aumento da vitamina C endógena, observada com a aplicação do ácido sobre a pele.
Em um dos maiores estudos sobre o uso do ácido alfa-lipóico, 181 pessoas tomaram 600 mg, 1200 mg ou 1.800 mg de ácido alfa-lipóico um dia ou um placebo. Após cinco semanas, o ácido alfa-lipóico melhora dos sintomas. A dose que era melhor tolerada e ainda trazer um benefício de 600 mg uma vez por dia.
O ácido alfa-lipóico é produzida pelo organismo e pode ser encontrada em pequenas quantidades em alimentos como espinafre, brócolis, ervilha, levedura de cerveja, couves de Bruxelas, farelo de arroz, e carnes de órgão. Suplementos de ácido alfa-lipóico estão disponíveis na forma de cápsulas em lojas de alimentos saudáveis, algumas farmácias e online. Para máxima absorção, os suplementos devem ser tomados com o estômago vazio.

EFEITOS
Ele é capaz de prevenir e reduzir certos prejuízos às células do nosso corpo, podendo restaurar os níveis de vitaminas em nosso organismo. Afirma-se inclusive que o ALA pode melhorar o funcionamento dos neurônios e reduzir os efeitos de uma diabetes.
O ácido alfa-lipóico também auxilia na quebra dos carboidratos, o que resulta na produção de energia para diversos órgãos, para a realização das tarefas e principalmente exercícios físicos.

Revascularização do Miocárdio
Pesquisas buscam provar que a suplementação com ácido alfa-lipóico até 2 meses antes da cirurgia ou 1 mês após o procedimento pode reduzir a possibilidade de complicações. A suplementação com ácido alfa-lipóico pode contribuir para a realização das funções cerebrais.

Neuropatia periférica
A neuropatia periférica pode ser causada por lesões, deficiências nutricionais, a quimioterapia ou por doenças como a diabetes, doença de Lyme, alcoolismo, herpes, doenças da tireoide e insuficiência renal. Os sintomas podem incluir dor, ardor, dormência, formigamento, fraqueza e prurido. O ácido alfa-lipóico é pensado para funcionar como um antioxidante em ambos os tecidos de água e ácidos graxos, permitindo-lhe entrar todas as partes da célula nervosa e protegê-lo contra danos. Estudos preliminares sugerem que o ácido alfa-lipóico pode ajudar.

Função Cerebral
O Ácido alfa-lipóico não só protege o sistema nervoso, mas também pode estar envolvido na regeneração dos nervos. O ácido alfa-lipóico atua na estimulação de fatores de crescimento de nervos, possui efeito neuroprotetor e tem sido usado em estudos laboratoriais e clínicos que avaliam a reparação de danos neurais, especialmente em casos de polineuropatia diabética. (Netto et all, 2010).
O ácido alfa-lipóico pode atravessar a barreira hematoencefálica, uma parede de minúsculos vasos e células estruturais e passar facilmente para o cérebro. Pensa-se a proteger e tecido nervoso do cérebro, prevenindo danos causados pelos radicais livres.

Diabetes
Uma das indicações básicas do ácido alfa-lipóico é no tratamento de lesões neurológicas, inclusive a neuropatia diabética, uma complicação tardia do diabete que provoca dor e perda da sensibilidade nos membros.
Para os diabéticos insulinos-dependentes e não-insulinos-dependentes, o ácido alfa-lipóico vem sendo usado por mais de 30 anos na Europa para tratar a neuropatia diabética, pois ajuda a regular açúcar no sangue e previne neuropatia diabética e cardiopatia.
Ainda há diversos estudos voltados para comprovar esta eficiência, mas há indícios de que a suplementação de ácido alfa-lipóico pode reduzir os níveis de açúcar na corrente sanguínea. O consumo pode ser feito por via oral ou intravenosa. O consumo de ALA também pode reduzir os sintomas ocasionados pela diabetes. O suplemento pode reduzir os impactos de queimações, dormência, dores nas pernas e nos braços.

Vitiligo
A suplementação com ácido alfa-lipóico pode auxiliar no tratamento de vitiligo, assim retardando a descoloração da pele. Vale ressaltar que as afirmativas sobre a eficiência do ácido sobre o vitiligo dirigem-se ao consumo conciliado com outros procedimentos.

Emagrecer
É dito que a suplementação com ácido alfa-lipóico pode contribuir para a perda de peso. Algumas pesquisas afirmam que o consumo de 1800 mg do ácido por dia e por 20 semanas consecutivas pode auxiliar na redução de peso de pessoas que estão com IMC elevado. Atletas não só utilizam o ácido alfa-lipóico para reduzir o percentual de gordura, como também para manterem os músculos saudáveis, principalmente no processo de hipertrofia.

Glaucoma
Pesquisas apontam a ingestão de ALA como eficaz para a redução dos sintomas de deficiência na visão. Aconselha-se o consumo de pelo menos 75 a 150 mg por dia. A eficiência do ácido alfa-lipóico também pode estar ligada a Catarata.

Insuficiência cardíaca
Estudos ainda buscam comprovar, mas evidências são estudadas para a comprovação da eficiência do consumo do suplemento para a redução da pressão nas artérias, o que também beneficia à desobstrução das mesmas.

Relacionados condições de idade
Como um antioxidante, o ácido alfa-lipóico pode neutralizar os radicais livres que podem danificar as células. Danos dos radicais livres é pensado para contribuir para o envelhecimento e doenças crônicas.

Redução das marcas de expressão
Pesquisas afirmam que consumir o ácido alfa-lipóico duas vezes por dia pode reduzir as linhas e rugas. O suplemento também pode auxiliar na redução de marcas resultantes dos efeitos de raios solares.

Outras condições
O ácido alfa-lipóico também tem sido sugerido para a catarata, esclerose múltipla, síndrome de ardência bucal, doença de Alzheimer e derrames, mas grandes estudos bem desenhados são necessários para ver se ela é eficaz para estas condições.

EFEITOS COLATERAIS
Os efeitos colaterais ocasionados pela ingestão incorreta ou excessiva de ALA podem incluir câimbras musculares, dores de cabeça, formigamentos, “alfinetadas”, sensação, erupções cutâneas e até reduções bruscas das taxas de açúcar na corrente sanguínea.
Houve alguns relatórios no Japão de uma condição rara chamada síndrome autoimune à insulina em pessoas com ácido alfa-lipóico.
A condição provoca hipoglicemia e anticorpos dirigidos contra a própria insulina do corpo sem terapia insulínica.
A segurança do ácido alfa-lipóico em mulheres grávidas ou que amamentam, crianças ou pessoas com doença renal ou hepática é desconhecido.

CONTRAINDICAÇÕES
Pessoas com distúrbios e problemas na tireoide devem evitar o consumo de ácido alfa- lipóico, pois pode interferir no tratamento. Não há comprovações sobre consequências a gestantes e mulheres em fase de amamentação, então é indispensável que seja realizada uma avaliação por um médico de confiança, para que assim você possa se sentir segura para consumir o ácido alfa-lipóico de acordo com suas necessidades ou evite o uso.
Se você possui baixos níveis de açúcar no sangue, é importante que tenha um acompanhamento médico para que avalie as dosagens consumidas, para que assim não ocasione eventuais casos de hipoglicemia.

Dieta equilibrada
O consumo de ácido alfa-lipóico pode ser muito eficiente para a modelação de seu corpo, mas é importante que você reconheça que ele não reagirá sozinho para reduzir as suas medidas ou contribuir para o ganho de massa magra. Você deverá adotar hábitos saudáveis e o primeiro deles deve ser adotar uma dieta rica em nutrientes e compatível com os seus objetivos.
Ela deve ser conciliada com uma suplementação segura e que favoreça ao funcionamento de seu organismo, principalmente por que diversos alimentos também podem contribuir como fornecedores naturais desse ácido.

Exercícios físicos
Ignorar os exercícios físicos é tarefa muito complicada, principalmente para aqueles que desejam optar por uma suplementação como a de ácido alfa-lipóico. Esse suplemento pode contribuir para a reconstrução muscular e ainda evita o catabolismo, o que beneficia à recuperação dos músculos após treinos extensos ou de alta intensidade.
O ácido alfa-lipóico contribui para a melhor utilização da glicose contida no seu corpo; dessa forma, os exercícios são indispensáveis para você queimar as calorias que deseja e utilizar toda a energia produzida.

ÁCIDO ALFA-LIPÓICO X FLUXO SANGUÍNEO
O Ácido Alfa-lipóico aumenta o fluxo sanguíneo para os nervos e melhora a condução dos impulsos nervosos, sendo indicado no tratamento de problemas neurológicos – como dormências e formigamentos – de qualquer origem, não apenas os decorrentes do diabetes. O Ácido Alfa-lipóico é uma coenzima antioxidante muito eficaz, pois além de combater os radicais livres, ele regenera os tecidos lesados. Alguns denominam o Ácido alfa-lipóico de “antioxidante universal” devido a sua capacidade de combater os radicais livres tanto em locais gordurosos como locais baseados em água, tais como a pele e os músculos, pois o mesmo é solúvel tanto na água quanto na gordura. Além disso o ácido alfa-lipóico auxilia nos efeitos de desenvolvimento de massa muscular. Atualmente, este ácido atua sinergicamente incrementando outros antioxidantes fazendo-os ficarem bem mais potentes.
O tratamento com o ácido alfa-lipóico diminui as concentrações de lactato (ácido láctico) e de piruvato (ácido pirúvico) no soro sanguíneo, além de melhorar a eficácia da glicose na perda de peso em pacientes obesos com diabetes do tipo 2.
O ácido alfa-lipóico é o único nutriente que demonstrou grande eficácia na redução da glicose.
A capacidade do ácido alfa-lipóico melhorar a redução da glicose é um efeito muito importante e que pode melhorar a distribuição de outros nutrientes. Imitando a insulina, este ácido aumenta a captura de glicose, pelas células musculares, em 65%. O estímulo deste transporte de glicose é realizado através da participação do ácido alfa-lipóico na insulina. O ácido alfa-lipóico provoca uma ascendente mudança na curva glicose insulina dose resposta. Esta é uma importante função que pode melhorar a captura de nutrientes pelas células musculares e circulação de proteínas.
O Ácido Alfa-lipóico pode ser administrado conjuntamente com T4, proporcionar uma diminuição nos níveis séricos do colesterol, não afetando a taxa de triglicérides. Além disso, o Ácido Alfa-lipóico tem apresentado resultados satisfatórios em pacientes com cirrose hepática induzida pelo álcool e também na prevenção da formação de cristais de oxalato de cálcio em rins de animais de laboratório. Estudos em animais indicam que o ácido alfa-lipóico pode alterar os níveis de hormônio tireoidiano, por isso teoricamente poderia ter o mesmo efeito em seres humanos. As pessoas que tomam medicamentos para tireoide, como levotiroxina deve ser monitorada pelo seu médico.

POSSÍVEIS INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
O ácido alfa-lipóico pode melhorar o controle de açúcar no sangue, para que as pessoas com diabetes que estão a tomar medicação para baixar o açúcar do sangue, tais como a metformina (Glucophage), glibenclamida (Diabeta, Glynase), só deve tomar ácido alfa-lipóico, sob a supervisão de um profissional de saúde qualificado e ter seus níveis de açúcar no sangue cuidadosamente monitorizados.

COMO TOMAR E QUAL COMPRAR
As dosagens de consumo do ácido alfa-lipóico podem variar de acordo com as suas necessidades e objetivos para tratamentos. Não há medidas indicadas para uso, cada um possui uma forma particular de como tomar melhor o suplemento. A princípio, indica-se o consumo de 2 cápsulas junto às principais refeições do dia.
Existem diversos distribuidores e fabricantes do ALA. É importante que você leia os rótulos e analise as concentrações oferecidas em cada cápsula. As concentrações são variáveis de acordo com as indicações médicas ou de suas necessidades, então é importante buscar, dentre os fabricantes, aquele que melhor se adequa ao seu objetivo.

sábado, 3 de setembro de 2016

A VERDADE SOBRE O FLÚOR NA ÁGUA E PASTA DENTAL

A ENGANAÇÃO DA FLUORETAÇÃO - legendado português

NEUROCIENTISTAS MOSTRAM O QUE O JEJUM FAZ AO SEU CÉREBRO E PORQUE AS INDÚSTRIAS FARMACÊUTICAS NÃO VÃO ESTUDAR ESSE FENÔMENO

Mark Mattson, o atual chefe do Laboratório de Neurociência do Instituto Nacional de Envelhecimento e também professor de neurociência na Universidade Johns Hopkins, um dos mais respeitados pesquisadores na área de mecanismos moleculares e celulares para desordens neurodegenerativas, deu um TEDx que deveria ser assistido (em inglês).

Existem exemplos incontáveis da manipulação de pesquisas publicadas pelas indústrias farmacêuticas nos anos recentes. É por isso que o professor de medicina de Harvard Arnold Symour Relman disse ao mundo que a profissão médica foi comprada pela indústria farmacêutica.

Dr. Richard Horton, editor-chefe da revista The Lancet, disse que muito da literatura científica publicada hoje é inverdade. Já a Dra. Maria Angell, antiga editora-chefe da New England Journal of Medicine, disse que a a indústria farmacêutica gosta de se mostrar como uma indústria baseada em pesquisas, como a fonte de drogas inovadoras. Nada poderia ser mais longe da verdade.”
E é por isso que John Diloxanidas, um epidemiologista da escola de medicina da Universidade de Stanford publicou um artigo intitulado “Porque a maioria dos achados de pesquisas publicadas são falsos” que subsequentemente se tornou o artigo mais acessado da história da PLoS.

Dr. Mattson comenta no final do vídeo:
Porque a dieta normal é três refeições diárias mais lanches? Não é porque ela seja o padrão mais saudável de comer, isso é a minha opinião, mas eu acho que existe um monte de evidências que mostram isso. Existe uma grande pressão que exista esse padrão de alimentação, existe muito dinheiro envolvido.
A indústria alimentícia – eles vão ganhar dinheiro de pessoas que pularam o café da manhã, como eu fiz hoje? Não, eles vão perder dinheiro. Se as pessoas jejuarem, a indústria alimentícia perde dinheiro. E a indústria farmacêutica?
Se as pessoas fizerem pequenos jejuns, se exercitarem periodicamente e forem muito saudáveis, a indústria farmacêutica vai fazer dinheiro com pessoas saudáveis?”

Principais pontos da palestra acima e a ciência da qual ela veio
Mark e sua equipe já publicaram vários artigos que discutem como jejuar duas vezes por semana pode diminuir o risco de desenvolver doenças como Parkinson e Alzheimer.
Já são bem conhecidas as mudanças que fazemos na dieta, afetam nosso cérebro. Crianças que sofrem de epilepsia tem menos episódios quando são colocadas em dietas de restrição calórica ou jejuns.
Acredita-se que o jejum ajuda a iniciar medidas protetivas que ajudam a contrabalancear os sinais superexcitados que os cérebros epiléticos muitas vezes exibem (algumas crianças também se beneficiaram de uma dieta bem específica com muita gordura e pouco carboidrato).
Cérebros normais, quando superalimentados, podem experimentar outro tipo de excitação descontrolada, impedindo o funcionamento cerebral.

Basicamente, quando você olha para estudos sobre restrição calórica, muitos deles mostram um tempo de vida prolongado assim como uma habilidade aumentada de lutar contra doenças crônicas.
A restrição calórica aumenta o tempo de vida e retarda doenças crônicas relacionadas a idade em muitas espécies, como ratos, camundongos, peixes, moscas, minhocas e leveduras. O mecanismo ou mecanismos pelo qual isso ocorre é desconhecido.”

A frase acima é de uma revisão da literatura que tem mais de 10 anos. O trabalho apresentado aqui mostra alguns dos mecanismos que antes eram desconhecidos.

O jejum faz coisas boas ao cérebro, e isso é evidenciado pelas mudanças neuroquímicas benéficas que acontecem no cérebro quando em jejum. Também aumenta a função cognitiva, fatores neurotróficos, resistência ao dano e reduz a inflamação.

O jejum é um desafio para o cérebro, e o cérebro responde a esse desafio adaptando vias de resposta ao dano que ajudam o seu cérebro a lidar com o dano e o risco de doenças. As mesmas mudanças que ocorrem no cérebro durante o jejum imitam as mudanças que ocorrem com exercício regular. Ambas aumentam a produção de fatores neurotróficos que promovem o crescimento de neurônios, a conexão entre eles e a força das sinapses.
Desafios para o cérebro, seja por jejum intermitente ou exercício vigoroso… é um desafio cognitivo. Quando isso acontece circuitos neurais são ativados, níveis de fatores neurotróficos aumentam, e isso promove o crescimento de neurônios (e) a formação e fortalecimento das sinapses…”

O jejum também pode estimular a produção de novas células nervosas de células-tronco no hipocampo. Ele também menciona a produção de cetonas e que isso poderia aumentar o número de mitocôndrias nos neurônios.

O jejum também aumenta o número de mitocôndrias nas células nervosas; isso é um resultado dos neurônios se adaptando ao dano pelo jejum (pela produção de mais mitocôndrias).
Pelo aumento do número de mitocôndrias nos neurônios, a habilidade dos neurônios de formar e manter as conexões entre eles também aumentam, melhorando assim o aprendizado e a memória.
O jejum intermitente aumenta a habilidade das células nervosas de reparar DNA.”

Ele também entra no aspecto evolucionário da teoria – como nossos ancestrais adaptaram e foram selecionados para passar longos períodos de tempo sem comer.

Um estudo publicado na revista Cell Stem Cell por pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia mostrou que ciclos de jejum prolongado protegem contra danos no sistema imune e, mais ainda, induz a regeneração do sistema imune.

Eles concluíram que o jejum altera as células-tronco do estado dormente para o estado de auto-renovação. Ele ativa a regeneração baseada em células-tronco de um órgão ou sistema.

Pesquisas clínicas em humanos foram realizadas usando pacientes que recebiam quimioterapia. Por longos períodos de tempo, os pacientes não comiam, o que reduziu as células de defesa. Em camundongos, ciclos de jejum ligaram a regeneração, mudando as vias de sinalização das células-tronco hematopoéticas, que são responsáveis pela geração do sistema sanguíneo e imune.”

Isso significa que o jejum mata as células imunes velhas e danificadas e quando o organismo reinicia ele usa as células-tronco para criar células novinhas, completamente saudáveis.
Nós não poderíamos prever que o jejum prolongado poderia ter um efeito tão impressionante na promoção de regeneração baseada em célula-tronco do sistema hematopoético…
Quando você passa fome, o sistema tenta poupar energia, e uma das coisas que você pode fazer para poupar energia é reciclar muitas células imunes que não são necessárias, especialmente aquelas que estão danificadas. Nós começamos a notar em humanos e animais que as células de defesa diminuem no jejum prolongado. Quando você é realimentado, as células retornam Valter Longo

Uma revisão de vários estudos sobre jejum foi publicada no The American Journal of Clinical Nutrition em 2007. Ela examinou estudos em humanos e animais e determinou que o jejum é uma maneira efetiva de reduzir o risco de doenças cardiovasculares e câncer. Também mostrou potencial em tratar a diabetes.

Dicas para jejuar
Uma maneira recomendada de fazer – que foi testada pelo Michael Mosley da BBC para reverter seu diabetes, colesterol alto e outros problemas associados com a obesidade – é a que é conhecida como dieta 5:2”.
No plano 5:2, você reduz sua comida para um quarto das suas calorias normais nos dias em jejum (que deve ser algo como 600 calorias para homens e 500 calorias para mulheres nas terças e quintas por exemplo), mas consumindo bastante água. Nos outros cinco dias da semana, você come uma dieta normal (no mesmo exemplo, 2400 para homens e 2000 para mulheres nos outros dias).

Outra maneira de fazer é restringir sua alimentação em algum horário específico, como só comer entre as 11 da manhã e 7 da noite e não comer fora desse horário.

Aqui está um vídeo em inglês do Dr. Joseph Mercola explicando os benefícios do jejum intermitente.

Aqui um artigo que ele escreveu onde ele explica como o jejum pode ajudar você a viver uma vida mais saudável.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

A IMPORTÂNCIA DO MAGNÉSIO NO CORPO HUMANO 2



Vídeo com o dr. Luiz Moura, maior divulgador da auto-hemoterapia no Brasil, recém falecido (07 de junho de 2016), falando sobre o uso do cloreto de magnésio, dosagem e uso, cura de cálculos renais, etc.

domingo, 29 de maio de 2016

CARVÃO VEGETAL ATIVADO



A prova da eficácia do carvão vegetal ativado se deu em 1831. Na frente de seus ilustres colegas na Academia Francesa de Medicina, o químico francês Claude Bertrand Touery bebeu uma dose letal de estricnina (15 g) (dez vezes a dose letal) e igual quantidade de carvão diante de membros da Academia Francesa de Medicina. Em 1913, o Dr. Bertand, outro médico francês, para demonstrar a eficácia do carvão em absorver toxinas, sobreviveu após engolir 5 g de trióxido de arsênico misturado com carvão. Isso é o quão poderoso o carvão ativado é como um descontaminante de emergência no trato gastrointestinal, que inclui o estômago e intestinos. O carvão ativado é considerado para ser o agente individual mais eficaz disponível. É utilizada depois de uma pessoa engole adsorve ou quase toda a droga tóxica ou química.
A princípio, este pode ser um assunto que não desperte muito o seu interesse; mas creio que, à medida que você for descobrindo as sensacionais propriedade do carvão ativado. O tema lhe parecerá não só intrigante, mas excelente.
Dadas as suas excepcionais propriedade de absorver toxinas e atuar como curativo, o carvão deveria estar sempre à mão em todos os lares. Sua utilização é quase universal quanto a da água, tanto do ponto de vista comercial quanto médico. É usado interna e externamente no combate aos mais diversos males – de envenenamento provocado por picadas de abelha e de outros animais a problemas metabólicos, tais como icterícia de recém-nascido e reação alérgica a veneno de hera.
O carvão é um excelente antídoto antidrogas, ou seja, antienvenenamentos.
Quando administrado oralmente, o carvão previne com eficácia muitas infecções intestinais. Todos os estudos mostram que seu uso como medicamento não provoca danos à saúde – seja ingerido, seja inalado, seja em contato com a pele, como o metilcolantrene e o benzopireno.
Suas aplicações têm servido aos mais diversos fins: combate a odores no ar e na água, remoção de dióxido de carbono do ar em submarinos, filtragem de venenos em máscaras de gás, preparação de remédios e coloração de doces. Quando moído e guardado num jarro tampado em locais como geladeira, forno, gaveta ou prateleira, é capaz de absorver uma grande variedade de odores, inclusive de ranço. Também é utilizado no tratamento de úlceras da pele, na eliminação de gases intestinais e até como filtro de cigarro. Seu uso interno é indicado para a eliminação de toxinas do sangue nos casos de doenças renais e hepáticas. Externamente, pode ser empregado em banhos e na forma de cataplasmas; estas últimas devem ser aplicadas cuidadosamente quando se tratar de pele recém-ferida, pois pode ocorrer um “efeito tatuagem”, caso as lesões se estendam para a derme.

AQUISIÇÃO DE DOSAGEM
O carvão é adquirido com facilidade em lojas de produtos naturais e em farmácias comuns. É comercializado em pós e na forma de tabletes e cápsulas. Em geral, o melhor é consumi-los em cápsulas, pois estas são produzidas com carvão ativado, que é mais potente na absorção de toxinas. Também é possível prepará-lo em casa – nesse caso, a madeira utilizada deve ser virgem e livre de agrotóxicos.
A dose diária oral recomendada é a seguinte: carvão em pós (uma colher de sopa misturada com um copo d’água); em cápsulas (quatro unidades); em tabletes (oito unidades regulares). Ingerir o carvão na forma escolhida duas vezes ao dia: no meio da manhã e no meio da tarde. Não deve ser ingerido junto às refeições.
Não se deve ingerir carvão com regularidade por anos seguidos. Contudo, não há evidências de problemas ou efeitos colaterais causados por seu consumo num período inferior a 12 meses. O ideal é que você o use por alguns dias ou semanas e pare ou que o utilize eventualmente quando necessitar.

DOSAGEM EM CASOS DE ENVENENAMENTO POR INGESTÃO
Estima-se que 10 g (aproximadamente uma colher de sopa) de carvão pode absorver somente cerca de 3 g a 7 g de materiais tóxicos. Assim, em caso de envenenamento, é necessário que a dose de carvão a ser administrada seja oito a dez vezes superior à quantidade estimada em peso do veneno ingerido.
As vítimas de envenenamento e intoxicação normalmente são induzidas ao vômito para eliminação da substância tóxica. Tanto o xarope de ipecacuanha como a apomorfina promovem a expulsão de cerca de trinta por cento do veneno presente no estômago; portanto, são ineficazes nesse tipo de tratamento, uma vez que os outros setenta por cento permanecem naquele órgão.
A lavagem estomacal é outro método empregado para tratar casos de envenenamento – o uso do carvão é bem mais fácil, econômico e eficiente.

PROCEDIMENTO EM CASOS DE ENVENENAMENTO POR ANIMAIS
Alguma vez você já levou picadas de marimbondo, formiga vermelha ou formigões? Já foi queimado por uma taturana ou picado por uma aranha marrom (Loxosceles) ou por um escorpião? Só de pensar nisso, já dá para sentir espanto e dor.
Em todos os casos de acidentes dessa natureza, é necessário ter muito controle e agir rápido.
1. Dissolva uma colher de sopa (cheia) de carvão em pó em água pura até formar uma pasta. (Você deve aumentar a quantidade de carvão de acordo com o tamanho da área a ser tratada e do estado de gravidade que se apresentar.)
2. Faça cataplasma espalhando porções da pasta sobre os pedaços de tecidos dobrados no tamanho adequado à região a ser tratada. Coloque um cataplasma sobre a área afetada e troque-a a cada vinte minutos, por três a quatro vezes.
Picada de aranha marrom – Nesse caso, a pessoa deve também tomar imediatamente o carvão – uma a duas colheres de sopa (rasa) para um copo d’água, duas a três vezes ao dia. A princípio, o ferimento provocado por esse tipo de aranha quase não provoca dor. Contudo, em 24 horas, se forma uma zona vermelha púrpura em volta do local picado e ocorre aumento da área da picada. Também pode haver outra ulceração muito profunda e grave, capaz de estender-se até o osso durante semanas ou meses. (OBS: Eu já vi casos lesionados por ela, é algo realmente horrível e toma proporções absurdas. Lena).
Certo dia, um garoto chegou correndo à minha casa e disse que sua mãe havia sido picada por uma aranha marrom algumas horas antes. Mesmo assim, apesar do tempo decorrido desde o acidente, ensinei-lhe o precioso antídoto. No dia seguinte, eu soube que aquela senhora ficou curada.
Picada de cobra – Se não existir antídoto para o veneno ou se o acidente ocorrer em local isolado onde não seja possível dispor desse recurso, aplique imediatamente um cataplasma bem grande de carvão para cobrir quase inteiramente a extremidade do corpo, centralizando o tecido sobre o local da picada. Nesse caso, prepara as cataplasmas utilizando bastante carvão. Troque-as a cada 10 minutos por cinco vezes, no mínimo. Se houver possibilidade, leve, então, a pessoa par avaliação médica.
Fonte: Livro: Porque pensamento positivo é coisa para pessimista? Luiz Carlos Amorim

Um outro texto:
O carvão ativado contém os minerais existentes nos fósseis vegetais.
Composição: bário, estrôncio, zircônio, vanádio, cobre, lantânio, cromo, ítrio, chumbo, níquel, cobalto, gálio, escândio, estanho, molibdênio, titânio, cádmio, prata, germânio e mais 15 elementos, em sub-traços.
O carvão vegetal é uma substância porosa, capaz de captar e de fixar as substâncias estranhas ou tóxicas que estão no ar, na água, nos alimentos, no nosso corpo ou sobre a pele. O carvão adsorve (1), com eficácia, os medicamentos, entorpecentes, aditivos alimentares, agrotóxicos e adubos químicos, os metais pesados, os gases e os detergentes.
Todas essas substâncias estranhas que invadem o nosso organismo, sobrecarregando e danificando os rins e o fígado, podem ser adsorvidas pelo carvão e excretadas.
Adsorve também as bactérias (como salmonelas e estafilococos), vírus (como o da febre aftosa), as toxinas produzidas pelos bacilos da difteria, do tétano, do botulismo e da gangrena, os tóxicos e ácidos provenientes da decomposição dos alimentos.
O carvão vegetal ativado adsorve as substâncias tóxicas, impedindo ou limitando sua absorção (assimilação) no aparelho digestivo. Impede fisicamente a intoxicação, captando as substâncias tóxicas que estão no intestino. Além disso, ele tem a capacidade de ajudar na desintoxicação, pois graças ao efeito da diálise, o carvão também permite eliminar tóxicos que já se encontram no sangue, em contato com a parede intestinal. Não tem efeitos colaterais.
O carvão é usado em casos de:
1. Intoxicação por medicamentos – O carvão ativado adsorve muito bem os antidepressivos, os betabloqueadores, os broncodilatadores, os barbitúricos utilizados em dose excessiva (como na tentativa de suicídio) e muitos outros medicamentos.
2. Intoxicação por alimentos – Essas intoxicações são provocadas pela toxina secretada por um micróbio presente no alimento infectado (carnes, peixes, crustáceos, conservas, doces, etc). Adsorvendo as bactérias e as toxinas (ex: Escherichia coli, Clostridium perfringens, Vibrio cholerae) o carvão impede que passem para o sangue. O carvão adsorve avidamente até as aflatoxinas, venenos produzidos pelos fungos do bolor, que podem prejudicar o sistema nervoso e causar câncer do fígado (100 g de carvão ativado adsorvem 1 mg de aflatoxina B1). As aflatoxinas que aparecem, principalmente no pão e no amendoim embolorado, também podem estar presentes no presunto defumado, no coco ralado, em nozes e em amêndoas.
3. Problemas digestivos – Como diarreia, gases e mau hálito. O carvão adsorve os próprios gases ou as bactérias intestinais que produzem os gases.
Em casos de diarreia, o melhor tratamento é a reidratação acompanhada de carboterapia, pois o carvão é eficaz no combate às diarreias provocadas por medicamentos e também à diarreia tão desagradável do turista (tomar 2 colheres de carvão em um copo d'água a cada 4 ou 8 horas).
OBS.: O carvão é usado muito eficazmente, três vezes ao dia, para diminuir o odor das fezes em pacientes com colostomia ou ileostomia.
4. Picada de cobra, aranha, escorpião, abelha, vespa, contato com água-viva.
Como o carvão ativado adsorve o veneno, aplica-se sob forma de pasta, diretamente sobre a picada ou aplica-se uma compressa (envolvendo a pasta de carvão em uma gaze) coberta de plástico. Como medida de primeiro socorro, em caso de picada de cobra, lava-se o local da picada com sabão e mergulha-se durante uma hora em água com carvão (1/2 xícara de carvão para 6 a 15 litros d'água). Depois, aplica-se uma compressa no local da picada, trocando-se a cada 15 minutos. Também ministra-se, a cada 2 horas, por via oral, durante 3 dias.
OBS.: Essas aplicações não devem substituir a busca de ajuda para a aplicação do soro contra o veneno de cobra, aranha ou escorpião.
5. Problemas dos olhos, nariz, garganta e ouvidos – O carvão pode ser usado como germicida no tratamento de infecções superficiais. Um cataplasma de carvão representa, às vezes, o único tratamento de uma furunculose no canal auditivo. Também podemos branquear os dentes escovando-os com o carvão numa escova úmida.
6. Insuficiência renal aguda e crônica – Para combater as complicações infecciosas.
7. Icterícia grave do recém-nascido – Para a adsorção de bilirrubina. No caso de icterícia nuclear, foi possível reduzir a necessidade de transfusão, dando ao bebê 1/2 colher de chá de carvão ativado em uma mamadeira, a cada 3 horas.
8. Feridas infectadas com pus – Como ficou comprovado que os curativos com carvão ativado adsorvem bactérias, diminuem as secreções e reduzem o mau cheiro da ferida, a Grã-Bretanha emprega esses curativos nos campos de batalha. O carvão é também usado em hospitais para curativos de úlceras varicosas infectadas e feridas pós-operatórias infectadas. Constataram que o carvão adsorve Bacillus subtilis, Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa, Proteus vulgaris, Staphylococcus aureus e epidermis. Graças ao carvão uma moça que sofria de diabetes juvenil pôde evitar que um de seus pés fosse amputado.
9. Problemas de dependência – O carvão adsorve eficazmente muitas substâncias contidas nas bebidas alcoólicas (o álcool etílico e outras substâncias do gênero), responsáveis pelos sintomas da intoxicação alcoólica aguda. Também ficou comprovado que o carvão é um adsorvente eficaz de diversos alcaloides e principalmente da nicotina e da morfina.
10. Envelhecimento – Como o organismo, ao envelhecer, torna-se mais sensível aos agentes tóxicos, diversos geriatras comprovaram o efeito benéfico de uma dose diária e regular de 20 a 80 g (3 a 12 colheres de sopa) de carvão em pó, para pessoas de idade. A carboterapia bem conduzida pode regenerar o organismo e aumentar a longevidade.
(1) adsorver: significa fixar as moléculas de uma substância na superfície de outra. Esse processo difere da absorção, que consiste em assimilar, consumir as moléculas.
Comprado na sua farmácia local, carvão ativado é comumente usado em tratamento de emergência para tipos específicos de envenenamentos e overdoses de drogas para evitar que o veneno que está sendo absorvido pelo estômago e para dentro do corpo. Carvão também é usado para curar a gases, flatulência e ajudar uma dor de estômago. Um desodorante natural e desinfetante, o carvão vegetal ativado é um dos melhores para absorção e adsorção de agentes conhecidos.
Tomado por via oral, estas cápsulas pretas têm uma incrível capacidade de extrair e neutralizar muito mais vezes o seu próprio peso em gases, metais pesados, toxinas, venenos e outros produtos químicos.
Ele é muito reconhecido como sendo particularmente útil no alívio para o gás aprisionado na parte inferior do intestino, os médicos e as agências reguladoras também reconhecer propriedades de limpeza de carvão. O carvão ativado é usado em todo o mundo na sala de emergência do hospital para neutralizar drogas e venenos.
O carvão vegetal ativado tem uma estimativa de redução e absorção de substâncias venenosas do organismo para quase 60%. Ele funciona através da ligação (absorção) de produtos químicos, reduzindo assim a sua toxicidade (de natureza venenosa), através de todo o comprimento do estômago e intestinos delgado e grosso.
O carvão ativado é muitas vezes dado depois que o estômago é bombeado em uma lavagem gástrica. A lavagem gástrica só é eficaz imediatamente após a ingestão de uma substância tóxica (dentro de cerca de meia hora) e não tem efeitos que vão além do estômago como carvão ativado faz.
Como o carvão vegetal ativado age para fazer a limpeza de toxinas de nosso corpo?
Em outras palavras, a substância tóxica atribui à superfície do carvão. Porque carvão não é “digerido”, ele permanece no interior do trato GI e elimina a toxina quando a pessoa tem uma evacuação.
Este mecanismo de ação não deve ser confundido com a absorção. A absorção ocorre quando uma substância passa para dentro ou através de um tecido, como a água passa para uma esponja. Uma vez que o produto químico ou fármaco foi absorvido pelo trato, o carvão ativado já não pode recuperar a ingestão tóxica. Ele só vai anexar a substâncias que ainda estão dentro do estômago ou intestinos.
AVISO: O carvão vegetal ativo pode diminuir a absorção do seu corpo de certos nutrientes e também interferir em outros medicamentos, tome sempre com acompanhamento médico.(eu já pensava nessa possibilidade e já falei aqui em comentários. Lena)

EFEITO DESINTOXICANTE
Muito poucos profissionais de saúde percebem o poder do carvão vegetal ativado como um agente para remover as toxinas do corpo, o carvão vegetal ativado é o melhor desintoxicante único para a limpeza de todo o organismo. É claro que, acompanhado de carvão vegetal ativado, não se pode esquecer água, tanto no exterior como do interior para ajudar a lavar venenos. Richard C. Kaufman, BS, MS, PhD, (Química Bio-nutricional da Universidade de Bruxelas) tem escrito extensivamente no campo de antienvelhecimento. Ele escreve: “A desintoxicação é um processo biológico em curso que impede toxinas (a partir de agentes infecciosos, comida, ar, água e substâncias que em contato com a pele) de destruir a saúde.
A exposição crônica a toxinas produz danos celulares, e diversas doenças, reações alérgicas como, a imunidade comprometida e envelhecimento prematuro. “Como um plano geral de desintoxicação para contrariar estas exposições diárias a toxinas, ele encontrou dois programas que, usando o carvão vegetal ativado, têm funcionado bem para ele e outros. Ele recomenda também.
1 – Use o carvão ativado em dois dias consecutivos por semana. Tome um total de 20 a 35 gramas por dia divididos em duas ou três doses. Tomar de manhã, ao meio-dia e antes de dormir com o estômago vazio. Evite excesso de calorias ou alimentos processados, nesses dias.
2 – Pegue cerca de 20 gramas por dia de carvão ativado em doses divididas por vários meses. Siga com uma pausa de um mês e retorne o ciclo.
Esses programas não devem ser vistos como licença para continuar quaisquer práticas insalubres. Carvão vegetal deve ser visto como um auxiliar para tocar as práticas de saúde e manutenção, e não como um back-up para indiscrições intencionais. Mas, devemos dar-se para um pouco de descuido, o carvão vegetal ativado é uma ajuda maravilhosa para a recuperação de nossa saúde e desintoxicação do nosso organismo.

Como age: inibe a absorção gastrintestinal por adsorver substâncias na ampla superfície ativada do carvão (a ativação é um processo que cria uma rede de poros no carvão, fazendo com que a substância tóxica se junte a ele, diminuindo a quantidade disponível para absorção pelo sistema digestivo). Carvão ativado é insolúvel em água e a quantidade de droga que o Carvão ativado pode adsorver é de 100 a 1000 mg por grama de carvão.


Como usar

Uso oral
Adultos e adolescentes
dose total de 25 a 100 g.
Crianças de 1 a 12 anos de idade
dose total de 25 a 50 g.
Crianças entre 6 meses e 1 ano de idade
1 g por kg de peso corporal.
Crianças com menos de 6 meses de idade: não usar.

Cuidados especiais

Risco na gravidez

Classe C

Amamentação

problemas não documentados.

Não usar o produto paciente que esteja inconsciente; cirurgia gastrintestinal recente; debilitado; obstrução gastrintestinal ou do íleo; perfuração gastrintestinal; hemorragia gastrintestinal; envenenamento por cianetos, ácidos minerais, álcalis (cáusticos), etanol, metanol ou sais de ferro (carvão não terá nenhuma ação); criança com menos de 6 meses de idade.

Avaliar riscos x Benefícios: desequilíbrio eletrolítico; depleção do volume gastrintestinal; diminuição acentuada do trânsito intestinal.

Reações mais comuns (ocorrem em pelo menos 10% dos pacientes):

Gastrintestinal: diarreia.

Atenção ao utilizar outros produtos

O carvão ativado:

pode diminuir a ação de: paracetamol; barbiturato; carbamazepina; digitoxina; digoxina; furosemida; glutetimida; hidantoína; metotrexato; nizatidina; fenotiazina; fenilbutazona; propoxifeno; salicilato; sulfonamida; sulfonilureia; tetraciclina; teofilina; antidepressivo tricíclico; ácido valpróico. Tomar o Carvão ativado pelo menos 1 hora após administração desses medicamentos, ou no mínimo 2 horas antes.
pode anular a ação de: xarope de ipeca; acetilcisteína.
pode ter sua ação diminuída por: leite; sorvete.

Outras considerações importantes:

não deve ser administrado a indivíduos que estejam perdendo a consciência.
se a ipeca tiver sido utilizada para induzir o vômito, aguardar 1 a 2 horas para tomar o Carvão ativado.
não misturar o produto com leite, sorvete ou suco de frutas.
o sorbitol pode ser adicionado a esse produto para melhorar seu gosto.
Carvão ativado adsorve gases do ar, portanto deve ser guardado em recipientes bem fechados.