sábado, 24 de setembro de 2016

ASPARTAME A VERDADE

ACORDEM ENQUANTO É TEMPO
Jorge Jacinto - Terapeuta Naturista
Fiquem atentos
Voltem para o velho e bom açúcar, que no Brasil há mais de 500 anos que alimenta a nossa população e nossos antepassados não apresentavam esses sintomas das doenças "modernas”.

Passei alguns dias falando na CONFERÊNCIA MUNDIAL DE MEIO AMBIENTE a respeito do ASPARTAME, conhecido como Nutrasweet, Equal, Zerocal, Finn e Spoonful.
Eles anunciaram que existia uma epidemia de Esclerose Múltipla e Lúpus sistêmico, e não entendiam que toxina estava fazendo com que essas doenças assolassem os Estados Unidos tão rapidamente.
Eu expliquei que estava lá para falar exatamente sobre este assunto.

ALZHEIMER, MAL DO ADOÇANTE 
Artigo escrito pela Dra. Mancy Marckle.

Quando a temperatura excede 30º C, o álcool contido no ASPARTAME se converte em formaldeído e daí para ácido fórmico (o ácido fórmico é o veneno das formigas), que provoca acidose metabólica. A toxicidade do metanol imita a esclerose múltipla e as pessoas recebem diagnóstico errado de esclerose múltipla.
A Esclerose múltipla não se constitui em sentença de morte, mas a toxicidade do metanol sim. No caso do Lúpus sistêmico, estamos percebendo que é quase tão grave quanto à esclerose múltipla, especialmente em usuários de Diet Coke e Diet Pepsi. Nos casos de Lúpus sistêmico causado pelo ASPARTAME, a vítima geralmente não sabe que o Aspartame é a causa de sua doença e continua com seu uso, agravando o lúpus a um grau tão intenso que algumas vezes ameaça a vida. Quando interrompemos o uso do Aspartame, as pessoas que tinham lúpus ficam assintomáticas.
Em uma conferência eu disse: 'Se você está usando ASPARTAME (Nutrasweet, Equal, e Spoonful, etc.) e sofre de sintomas como fibromialgia, espasmos, dores, formigamento nas pernas, câimbras, vertigem, tontura, dor de cabeça, zumbido no ouvido, dores articulares, depressão, ataques de ansiedade, fala atrapalhada, visão borrada ou perda de memória - você provavelmente tem a DOENÇA DO ASPARTAME! As pessoas começaram a pular durante a palestra dizendo: Eu tenho isto, é reversível? É impressionante.
Há um tempo atrás houve Audiências no Congresso dos EUA incluindo o aspartame em 100 produtos diferentes. Nada foi feito. Os lobbies da droga e da indústria química têm bolsos muito profundos.
Agora existem mais de 5000 produtos contaminados com este produto químico, e a patente expirou. Na época da primeira audiência, as pessoas estavam ficando cegas.
O metanol no aspartame se converte em formaldeído na retina do olho. Formaldeído é do mesmo grupo das drogas como cianeto e arsênico - Venenos mortais! Infelizmente, leva muito tempo para matar, mas está matando as pessoas e causando todos os tipos de problemas neurológicos.
O Aspartame muda a química do cérebro. É a causa de diversos tipos de ataque. Esta droga muda os níveis de dopamina no cérebro. Imagine o que acontece com os pacientes que sofrem de Doença de Parkinson? Também causa malformações fetais. Não existe nenhuma razão para se utilizar este produto.

NÃO É UM PRODUTO DIETÉTICO! Os anais do congresso dizem: Ele faz você desejar carboidratos e faz engordar. Dr. Roberts viu que quando ele interrompeu o uso do Aspartame a perda de peso foi de 9,5 kg por pessoa. O formaldeído se armazena nas células adiposas, principalmente nos quadris e coxas.

O Aspartame é especialmente mortal para os diabéticos. O Dr. H.J. Roberts, especialista diabético e perito mundial em envenenamento pelo Aspartame, escreveu um livro intitulado: DEFESA CONTRA A DOENÇA DE ALZHEIMER.
www.sunsentpress.com/defenseAgainstAlzheimers.html
Dr. Roberts conta como o envenenamento pelo Aspartame está relacionado à doença de Alzheimer. E realmente está. Mulheres de 30 anos estão sendo internadas com Alzheimer.
Dr. Russell Blaylock e Dr. Roberts estão escrevendo uma carta-posição com alguns casos relatados e vão colocá-la na Internet.

Imprima este artigo e avise todas as pessoas que você conhece.
 
TIRE TUDO O QUE CONTÉM ASPARTAME DO ARMÁRIO.

Eu asseguro que A MONSANTO, A CRIADORA DO ASPARTAME - SABE COMO ELE É MORTAL. ELES FINANCIAM A ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE DIABETES, A ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE DIETÉTICA, O CONGRESSO E A CONFERÊNCIA DO COLÉGIO AMERICANO DE MEDICINA.

O New York Times, em 15 de Novembro de 1996, publicou um artigo a respeito de como a Associação Americana de Dietética recebe dinheiro da indústria Alimentícia para endossar seus produtos. Por isso, eles não podem criticar aditivos ou falar a respeito de sua ligação com a MONSANTO. A que ponto chega isso? Dissemos a uma mãe cujo filho estava usando Nutrasweet para interromper o uso do produto. A criança estava tendo convulsões diárias.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

ÁCIDO ALFA-LIPÓICO OU ALA

O auxílio de suplementos e substâncias que possam beneficiar a condição física e de saúde diante dos exercícios físicos de alta intensidade, sempre reduz os impactos de uma dieta restritiva e a longo prazo. Inevitavelmente, o nosso corpo deve superar alguns desequilíbrios de nutrientes e é exatamente, para isso que diversas pessoas adotam a suplementação de ácido alfa-lipóico ou ALA.
Ele pode reduzir as consequências ocasionadas pela readaptação do comportamento corporal. A partir de agora, você entenderá o que é o ácido alfa-lipóico e quais os benefícios e efeitos colaterais que ele pode oferecer à sua saúde, assim você poderá reconhecer se ele é um diferencial ou não.

O QUE É?
O ácido alfa-lipóico é um ácido graxo encontrado naturalmente no interior de cada célula do corpo reconhecido pelas semelhanças com vitaminas. É necessário pelo corpo para produzir a energia para o funcionamento normal do nosso corpo. O ácido alfa-lipóico converte glicose (açúcar no sangue) em energia.
O ácido alfa-lipóico possui propriedades, tanto antioxidantes quanto anti-inflamatórias.

Ácido alfa-lipóico como antioxidante (substância que neutraliza substâncias químicas potencialmente prejudiciais, chamadas radicais livres) com propriedades hidro (água) e lipossolúveis (gorduras), (ao contrário dos mais comuns antioxidantes - vitaminas C e E), o que significa proteção para todas as partes da célula, incluindo a mitocôndria e parece ser capaz de reciclar os antioxidantes, como vitamina C e glutationa, depois de terem sido utilizados. 
A glutationa é um importante antioxidante que ajuda o organismo a eliminar substâncias potencialmente nocivas. 
O ácido alfa-lipóico aumenta a formação de glutationa. Este composto também é considerado um acelerador do metabolismo, proporcionando aumento da produção de energia.
Um benefício indiscutível desse suplemento é a estabilização dos níveis de açúcar no sangue, prevenindo doenças como síndrome metabólica e diabetes. Outro mecanismo de proteção da célula é o controle da liberação de óxido nítrico, uma substância que em excesso é extremamente nociva para o organismo.

Outra propriedade do Ácido Alfa-lipóico é agir como um poderoso anti-inflamatório. Ele tem efeito sobre o óxido nítrico e sobre o fator de transcrição nuclear – fator KAPPA-B (NFK-B). O NFK-B é ativado pelo estresse oxidativo na célula que, então, entra no núcleo onde proteínas pró-inflamatórias são codificadas. 
O Ácido Alfa-lipóico modula a ação do óxido nítrico e pode então suprimir os efeitos de sua forma prejudicial, que leva normalmente a doenças, e aumenta sua forma indutora que é fisiológica. Novamente esta propriedade leva a uma ação anti-inflamatória sobre a pele, que pode explicar alguns dos efeitos positivos do Ácido Alfa-lipóico sobre o envelhecimento da pele. A forma do óxido nítrico indutor e benéfico também controla a vasodilatação.
Sabe-se que cicatrizes hipertróficas são deficientes em óxido nítrico e que o Ácido Alfa-lipóico pode aumentar os níveis da forma indutora benéfica do óxido nítrico, provavelmente alterando a função do fibroblasto. É mais difícil explicar porque cicatrizes atróficas respondem à terapia tópica com Ácido Alfa-lipóico. Entretanto, isto pode ser um resultado do aumento da vitamina C endógena, observada com a aplicação do ácido sobre a pele.
Em um dos maiores estudos sobre o uso do ácido alfa-lipóico, 181 pessoas tomaram 600 mg, 1200 mg ou 1.800 mg de ácido alfa-lipóico um dia ou um placebo. Após cinco semanas, o ácido alfa-lipóico melhora dos sintomas. A dose que era melhor tolerada e ainda trazer um benefício de 600 mg uma vez por dia.
O ácido alfa-lipóico é produzida pelo organismo e pode ser encontrada em pequenas quantidades em alimentos como espinafre, brócolis, ervilha, levedura de cerveja, couves de Bruxelas, farelo de arroz, e carnes de órgão. Suplementos de ácido alfa-lipóico estão disponíveis na forma de cápsulas em lojas de alimentos saudáveis, algumas farmácias e online. Para máxima absorção, os suplementos devem ser tomados com o estômago vazio.

EFEITOS
Ele é capaz de prevenir e reduzir certos prejuízos às células do nosso corpo, podendo restaurar os níveis de vitaminas em nosso organismo. Afirma-se inclusive que o ALA pode melhorar o funcionamento dos neurônios e reduzir os efeitos de uma diabetes.
O ácido alfa-lipóico também auxilia na quebra dos carboidratos, o que resulta na produção de energia para diversos órgãos, para a realização das tarefas e principalmente exercícios físicos.

Revascularização do Miocárdio
Pesquisas buscam provar que a suplementação com ácido alfa-lipóico até 2 meses antes da cirurgia ou 1 mês após o procedimento pode reduzir a possibilidade de complicações. A suplementação com ácido alfa-lipóico pode contribuir para a realização das funções cerebrais.

Neuropatia periférica
A neuropatia periférica pode ser causada por lesões, deficiências nutricionais, a quimioterapia ou por doenças como a diabetes, doença de Lyme, alcoolismo, herpes, doenças da tireoide e insuficiência renal. Os sintomas podem incluir dor, ardor, dormência, formigamento, fraqueza e prurido. O ácido alfa-lipóico é pensado para funcionar como um antioxidante em ambos os tecidos de água e ácidos graxos, permitindo-lhe entrar todas as partes da célula nervosa e protegê-lo contra danos. Estudos preliminares sugerem que o ácido alfa-lipóico pode ajudar.

Função Cerebral
O Ácido alfa-lipóico não só protege o sistema nervoso, mas também pode estar envolvido na regeneração dos nervos. O ácido alfa-lipóico atua na estimulação de fatores de crescimento de nervos, possui efeito neuroprotetor e tem sido usado em estudos laboratoriais e clínicos que avaliam a reparação de danos neurais, especialmente em casos de polineuropatia diabética. (Netto et all, 2010).
O ácido alfa-lipóico pode atravessar a barreira hematoencefálica, uma parede de minúsculos vasos e células estruturais e passar facilmente para o cérebro. Pensa-se a proteger e tecido nervoso do cérebro, prevenindo danos causados pelos radicais livres.

Diabetes
Uma das indicações básicas do ácido alfa-lipóico é no tratamento de lesões neurológicas, inclusive a neuropatia diabética, uma complicação tardia do diabete que provoca dor e perda da sensibilidade nos membros.
Para os diabéticos insulinos-dependentes e não-insulinos-dependentes, o ácido alfa-lipóico vem sendo usado por mais de 30 anos na Europa para tratar a neuropatia diabética, pois ajuda a regular açúcar no sangue e previne neuropatia diabética e cardiopatia.
Ainda há diversos estudos voltados para comprovar esta eficiência, mas há indícios de que a suplementação de ácido alfa-lipóico pode reduzir os níveis de açúcar na corrente sanguínea. O consumo pode ser feito por via oral ou intravenosa. O consumo de ALA também pode reduzir os sintomas ocasionados pela diabetes. O suplemento pode reduzir os impactos de queimações, dormência, dores nas pernas e nos braços.

Vitiligo
A suplementação com ácido alfa-lipóico pode auxiliar no tratamento de vitiligo, assim retardando a descoloração da pele. Vale ressaltar que as afirmativas sobre a eficiência do ácido sobre o vitiligo dirigem-se ao consumo conciliado com outros procedimentos.

Emagrecer
É dito que a suplementação com ácido alfa-lipóico pode contribuir para a perda de peso. Algumas pesquisas afirmam que o consumo de 1800 mg do ácido por dia e por 20 semanas consecutivas pode auxiliar na redução de peso de pessoas que estão com IMC elevado. Atletas não só utilizam o ácido alfa-lipóico para reduzir o percentual de gordura, como também para manterem os músculos saudáveis, principalmente no processo de hipertrofia.

Glaucoma
Pesquisas apontam a ingestão de ALA como eficaz para a redução dos sintomas de deficiência na visão. Aconselha-se o consumo de pelo menos 75 a 150 mg por dia. A eficiência do ácido alfa-lipóico também pode estar ligada a Catarata.

Insuficiência cardíaca
Estudos ainda buscam comprovar, mas evidências são estudadas para a comprovação da eficiência do consumo do suplemento para a redução da pressão nas artérias, o que também beneficia à desobstrução das mesmas.

Relacionados condições de idade
Como um antioxidante, o ácido alfa-lipóico pode neutralizar os radicais livres que podem danificar as células. Danos dos radicais livres é pensado para contribuir para o envelhecimento e doenças crônicas.

Redução das marcas de expressão
Pesquisas afirmam que consumir o ácido alfa-lipóico duas vezes por dia pode reduzir as linhas e rugas. O suplemento também pode auxiliar na redução de marcas resultantes dos efeitos de raios solares.

Outras condições
O ácido alfa-lipóico também tem sido sugerido para a catarata, esclerose múltipla, síndrome de ardência bucal, doença de Alzheimer e derrames, mas grandes estudos bem desenhados são necessários para ver se ela é eficaz para estas condições.

EFEITOS COLATERAIS
Os efeitos colaterais ocasionados pela ingestão incorreta ou excessiva de ALA podem incluir câimbras musculares, dores de cabeça, formigamentos, “alfinetadas”, sensação, erupções cutâneas e até reduções bruscas das taxas de açúcar na corrente sanguínea.
Houve alguns relatórios no Japão de uma condição rara chamada síndrome autoimune à insulina em pessoas com ácido alfa-lipóico.
A condição provoca hipoglicemia e anticorpos dirigidos contra a própria insulina do corpo sem terapia insulínica.
A segurança do ácido alfa-lipóico em mulheres grávidas ou que amamentam, crianças ou pessoas com doença renal ou hepática é desconhecido.

CONTRAINDICAÇÕES
Pessoas com distúrbios e problemas na tireoide devem evitar o consumo de ácido alfa- lipóico, pois pode interferir no tratamento. Não há comprovações sobre consequências a gestantes e mulheres em fase de amamentação, então é indispensável que seja realizada uma avaliação por um médico de confiança, para que assim você possa se sentir segura para consumir o ácido alfa-lipóico de acordo com suas necessidades ou evite o uso.
Se você possui baixos níveis de açúcar no sangue, é importante que tenha um acompanhamento médico para que avalie as dosagens consumidas, para que assim não ocasione eventuais casos de hipoglicemia.

Dieta equilibrada
O consumo de ácido alfa-lipóico pode ser muito eficiente para a modelação de seu corpo, mas é importante que você reconheça que ele não reagirá sozinho para reduzir as suas medidas ou contribuir para o ganho de massa magra. Você deverá adotar hábitos saudáveis e o primeiro deles deve ser adotar uma dieta rica em nutrientes e compatível com os seus objetivos.
Ela deve ser conciliada com uma suplementação segura e que favoreça ao funcionamento de seu organismo, principalmente por que diversos alimentos também podem contribuir como fornecedores naturais desse ácido.

Exercícios físicos
Ignorar os exercícios físicos é tarefa muito complicada, principalmente para aqueles que desejam optar por uma suplementação como a de ácido alfa-lipóico. Esse suplemento pode contribuir para a reconstrução muscular e ainda evita o catabolismo, o que beneficia à recuperação dos músculos após treinos extensos ou de alta intensidade.
O ácido alfa-lipóico contribui para a melhor utilização da glicose contida no seu corpo; dessa forma, os exercícios são indispensáveis para você queimar as calorias que deseja e utilizar toda a energia produzida.

ÁCIDO ALFA-LIPÓICO X FLUXO SANGUÍNEO
O Ácido Alfa-lipóico aumenta o fluxo sanguíneo para os nervos e melhora a condução dos impulsos nervosos, sendo indicado no tratamento de problemas neurológicos – como dormências e formigamentos – de qualquer origem, não apenas os decorrentes do diabetes. O Ácido Alfa-lipóico é uma coenzima antioxidante muito eficaz, pois além de combater os radicais livres, ele regenera os tecidos lesados. Alguns denominam o Ácido alfa-lipóico de “antioxidante universal” devido a sua capacidade de combater os radicais livres tanto em locais gordurosos como locais baseados em água, tais como a pele e os músculos, pois o mesmo é solúvel tanto na água quanto na gordura. Além disso o ácido alfa-lipóico auxilia nos efeitos de desenvolvimento de massa muscular. Atualmente, este ácido atua sinergicamente incrementando outros antioxidantes fazendo-os ficarem bem mais potentes.
O tratamento com o ácido alfa-lipóico diminui as concentrações de lactato (ácido láctico) e de piruvato (ácido pirúvico) no soro sanguíneo, além de melhorar a eficácia da glicose na perda de peso em pacientes obesos com diabetes do tipo 2.
O ácido alfa-lipóico é o único nutriente que demonstrou grande eficácia na redução da glicose.
A capacidade do ácido alfa-lipóico melhorar a redução da glicose é um efeito muito importante e que pode melhorar a distribuição de outros nutrientes. Imitando a insulina, este ácido aumenta a captura de glicose, pelas células musculares, em 65%. O estímulo deste transporte de glicose é realizado através da participação do ácido alfa-lipóico na insulina. O ácido alfa-lipóico provoca uma ascendente mudança na curva glicose insulina dose resposta. Esta é uma importante função que pode melhorar a captura de nutrientes pelas células musculares e circulação de proteínas.
O Ácido Alfa-lipóico pode ser administrado conjuntamente com T4, proporcionar uma diminuição nos níveis séricos do colesterol, não afetando a taxa de triglicérides. Além disso, o Ácido Alfa-lipóico tem apresentado resultados satisfatórios em pacientes com cirrose hepática induzida pelo álcool e também na prevenção da formação de cristais de oxalato de cálcio em rins de animais de laboratório. Estudos em animais indicam que o ácido alfa-lipóico pode alterar os níveis de hormônio tireoidiano, por isso teoricamente poderia ter o mesmo efeito em seres humanos. As pessoas que tomam medicamentos para tireoide, como levotiroxina deve ser monitorada pelo seu médico.

POSSÍVEIS INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
O ácido alfa-lipóico pode melhorar o controle de açúcar no sangue, para que as pessoas com diabetes que estão a tomar medicação para baixar o açúcar do sangue, tais como a metformina (Glucophage), glibenclamida (Diabeta, Glynase), só deve tomar ácido alfa-lipóico, sob a supervisão de um profissional de saúde qualificado e ter seus níveis de açúcar no sangue cuidadosamente monitorizados.

COMO TOMAR E QUAL COMPRAR
As dosagens de consumo do ácido alfa-lipóico podem variar de acordo com as suas necessidades e objetivos para tratamentos. Não há medidas indicadas para uso, cada um possui uma forma particular de como tomar melhor o suplemento. A princípio, indica-se o consumo de 2 cápsulas junto às principais refeições do dia.
Existem diversos distribuidores e fabricantes do ALA. É importante que você leia os rótulos e analise as concentrações oferecidas em cada cápsula. As concentrações são variáveis de acordo com as indicações médicas ou de suas necessidades, então é importante buscar, dentre os fabricantes, aquele que melhor se adequa ao seu objetivo.

sábado, 3 de setembro de 2016

A VERDADE SOBRE O FLÚOR NA ÁGUA E PASTA DENTAL

A ENGANAÇÃO DA FLUORETAÇÃO - legendado português

NEUROCIENTISTAS MOSTRAM O QUE O JEJUM FAZ AO SEU CÉREBRO E PORQUE AS INDÚSTRIAS FARMACÊUTICAS NÃO VÃO ESTUDAR ESSE FENÔMENO

Mark Mattson, o atual chefe do Laboratório de Neurociência do Instituto Nacional de Envelhecimento e também professor de neurociência na Universidade Johns Hopkins, um dos mais respeitados pesquisadores na área de mecanismos moleculares e celulares para desordens neurodegenerativas, deu um TEDx que deveria ser assistido (em inglês).

Existem exemplos incontáveis da manipulação de pesquisas publicadas pelas indústrias farmacêuticas nos anos recentes. É por isso que o professor de medicina de Harvard Arnold Symour Relman disse ao mundo que a profissão médica foi comprada pela indústria farmacêutica.

Dr. Richard Horton, editor-chefe da revista The Lancet, disse que muito da literatura científica publicada hoje é inverdade. Já a Dra. Maria Angell, antiga editora-chefe da New England Journal of Medicine, disse que a a indústria farmacêutica gosta de se mostrar como uma indústria baseada em pesquisas, como a fonte de drogas inovadoras. Nada poderia ser mais longe da verdade.”
E é por isso que John Diloxanidas, um epidemiologista da escola de medicina da Universidade de Stanford publicou um artigo intitulado “Porque a maioria dos achados de pesquisas publicadas são falsos” que subsequentemente se tornou o artigo mais acessado da história da PLoS.

Dr. Mattson comenta no final do vídeo:
Porque a dieta normal é três refeições diárias mais lanches? Não é porque ela seja o padrão mais saudável de comer, isso é a minha opinião, mas eu acho que existe um monte de evidências que mostram isso. Existe uma grande pressão que exista esse padrão de alimentação, existe muito dinheiro envolvido.
A indústria alimentícia – eles vão ganhar dinheiro de pessoas que pularam o café da manhã, como eu fiz hoje? Não, eles vão perder dinheiro. Se as pessoas jejuarem, a indústria alimentícia perde dinheiro. E a indústria farmacêutica?
Se as pessoas fizerem pequenos jejuns, se exercitarem periodicamente e forem muito saudáveis, a indústria farmacêutica vai fazer dinheiro com pessoas saudáveis?”

Principais pontos da palestra acima e a ciência da qual ela veio
Mark e sua equipe já publicaram vários artigos que discutem como jejuar duas vezes por semana pode diminuir o risco de desenvolver doenças como Parkinson e Alzheimer.
Já são bem conhecidas as mudanças que fazemos na dieta, afetam nosso cérebro. Crianças que sofrem de epilepsia tem menos episódios quando são colocadas em dietas de restrição calórica ou jejuns.
Acredita-se que o jejum ajuda a iniciar medidas protetivas que ajudam a contrabalancear os sinais superexcitados que os cérebros epiléticos muitas vezes exibem (algumas crianças também se beneficiaram de uma dieta bem específica com muita gordura e pouco carboidrato).
Cérebros normais, quando superalimentados, podem experimentar outro tipo de excitação descontrolada, impedindo o funcionamento cerebral.

Basicamente, quando você olha para estudos sobre restrição calórica, muitos deles mostram um tempo de vida prolongado assim como uma habilidade aumentada de lutar contra doenças crônicas.
A restrição calórica aumenta o tempo de vida e retarda doenças crônicas relacionadas a idade em muitas espécies, como ratos, camundongos, peixes, moscas, minhocas e leveduras. O mecanismo ou mecanismos pelo qual isso ocorre é desconhecido.”

A frase acima é de uma revisão da literatura que tem mais de 10 anos. O trabalho apresentado aqui mostra alguns dos mecanismos que antes eram desconhecidos.

O jejum faz coisas boas ao cérebro, e isso é evidenciado pelas mudanças neuroquímicas benéficas que acontecem no cérebro quando em jejum. Também aumenta a função cognitiva, fatores neurotróficos, resistência ao dano e reduz a inflamação.

O jejum é um desafio para o cérebro, e o cérebro responde a esse desafio adaptando vias de resposta ao dano que ajudam o seu cérebro a lidar com o dano e o risco de doenças. As mesmas mudanças que ocorrem no cérebro durante o jejum imitam as mudanças que ocorrem com exercício regular. Ambas aumentam a produção de fatores neurotróficos que promovem o crescimento de neurônios, a conexão entre eles e a força das sinapses.
Desafios para o cérebro, seja por jejum intermitente ou exercício vigoroso… é um desafio cognitivo. Quando isso acontece circuitos neurais são ativados, níveis de fatores neurotróficos aumentam, e isso promove o crescimento de neurônios (e) a formação e fortalecimento das sinapses…”

O jejum também pode estimular a produção de novas células nervosas de células-tronco no hipocampo. Ele também menciona a produção de cetonas e que isso poderia aumentar o número de mitocôndrias nos neurônios.

O jejum também aumenta o número de mitocôndrias nas células nervosas; isso é um resultado dos neurônios se adaptando ao dano pelo jejum (pela produção de mais mitocôndrias).
Pelo aumento do número de mitocôndrias nos neurônios, a habilidade dos neurônios de formar e manter as conexões entre eles também aumentam, melhorando assim o aprendizado e a memória.
O jejum intermitente aumenta a habilidade das células nervosas de reparar DNA.”

Ele também entra no aspecto evolucionário da teoria – como nossos ancestrais adaptaram e foram selecionados para passar longos períodos de tempo sem comer.

Um estudo publicado na revista Cell Stem Cell por pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia mostrou que ciclos de jejum prolongado protegem contra danos no sistema imune e, mais ainda, induz a regeneração do sistema imune.

Eles concluíram que o jejum altera as células-tronco do estado dormente para o estado de auto-renovação. Ele ativa a regeneração baseada em células-tronco de um órgão ou sistema.

Pesquisas clínicas em humanos foram realizadas usando pacientes que recebiam quimioterapia. Por longos períodos de tempo, os pacientes não comiam, o que reduziu as células de defesa. Em camundongos, ciclos de jejum ligaram a regeneração, mudando as vias de sinalização das células-tronco hematopoéticas, que são responsáveis pela geração do sistema sanguíneo e imune.”

Isso significa que o jejum mata as células imunes velhas e danificadas e quando o organismo reinicia ele usa as células-tronco para criar células novinhas, completamente saudáveis.
Nós não poderíamos prever que o jejum prolongado poderia ter um efeito tão impressionante na promoção de regeneração baseada em célula-tronco do sistema hematopoético…
Quando você passa fome, o sistema tenta poupar energia, e uma das coisas que você pode fazer para poupar energia é reciclar muitas células imunes que não são necessárias, especialmente aquelas que estão danificadas. Nós começamos a notar em humanos e animais que as células de defesa diminuem no jejum prolongado. Quando você é realimentado, as células retornam Valter Longo

Uma revisão de vários estudos sobre jejum foi publicada no The American Journal of Clinical Nutrition em 2007. Ela examinou estudos em humanos e animais e determinou que o jejum é uma maneira efetiva de reduzir o risco de doenças cardiovasculares e câncer. Também mostrou potencial em tratar a diabetes.

Dicas para jejuar
Uma maneira recomendada de fazer – que foi testada pelo Michael Mosley da BBC para reverter seu diabetes, colesterol alto e outros problemas associados com a obesidade – é a que é conhecida como dieta 5:2”.
No plano 5:2, você reduz sua comida para um quarto das suas calorias normais nos dias em jejum (que deve ser algo como 600 calorias para homens e 500 calorias para mulheres nas terças e quintas por exemplo), mas consumindo bastante água. Nos outros cinco dias da semana, você come uma dieta normal (no mesmo exemplo, 2400 para homens e 2000 para mulheres nos outros dias).

Outra maneira de fazer é restringir sua alimentação em algum horário específico, como só comer entre as 11 da manhã e 7 da noite e não comer fora desse horário.

Aqui está um vídeo em inglês do Dr. Joseph Mercola explicando os benefícios do jejum intermitente.

Aqui um artigo que ele escreveu onde ele explica como o jejum pode ajudar você a viver uma vida mais saudável.