IODO NO CORPO
O corpo inteiro 1500 mg
A tireoide contém apenas 50 mg de iodo.
20% do iodo no corpo está na pele
32% nos músculos
35% no tecido adiposo
A tireoide contém apenas 50 mg de iodo.
20% do iodo no corpo está na pele
32% nos músculos
35% no tecido adiposo
IODO
NO TRATAMENTO DO CÂNCER
Segundo
o Dr. David de Derry, “… a capacidade de iodo para desencadear a
morte celular natural (apoptose) o torna eficaz contra todas as
lesões pré-cancerosas de pele – e provavelmente muitas lesões
cancerosas.
Nos casos em que se tem o CA com metástases, qualquer que seja ele os níveis altos de Iodo e iodeto faz produzir uma substância chamada iodo lactona que é apoptótica ( induz a morte celular as células que perderam esta propriedade como as tais metastáticas).
Nos casos em que se tem o CA com metástases, qualquer que seja ele os níveis altos de Iodo e iodeto faz produzir uma substância chamada iodo lactona que é apoptótica ( induz a morte celular as células que perderam esta propriedade como as tais metastáticas).
Se
o paciente já está em tratamento oncológico, além do Iodo a 5%
deve – se administrar a vitamina C de longa duração/absorção
(em comprimidos – não recomenda o uso de efervescentes).
Em 1996, Giani, et al relataram uma associação significativa de câncer de mama com a tireoidite de Hashimoto. Quando 100 pacientes consecutivos com câncer de mama foram comparados com 100 pacientes do grupo de controle, a tireoidite de Hashimoto estava presente em 2% do grupo controle em comparação com 13,7% no grupo com câncer de mama. O Bócio simples, um sinal de deficiência de iodo, estava presente em 11% do grupo de controles em comparação com 27,4% dos pacientes com câncer de mama.
Em 1996, Giani, et al relataram uma associação significativa de câncer de mama com a tireoidite de Hashimoto. Quando 100 pacientes consecutivos com câncer de mama foram comparados com 100 pacientes do grupo de controle, a tireoidite de Hashimoto estava presente em 2% do grupo controle em comparação com 13,7% no grupo com câncer de mama. O Bócio simples, um sinal de deficiência de iodo, estava presente em 11% do grupo de controles em comparação com 27,4% dos pacientes com câncer de mama.
CONTRA
AS DOENÇAS FIBROCÍSTICAS
Deve-se,
contudo, ao Dr. Jonathan V. Wright o mérito de ter aprofundado as
novas aplicações desta solução de iodo – iodeto. Demonstrou, em
particular, que a formação de quistos da mama na mulher (doença
fibrocística) atingia mais de 50% das mulheres menopáusicas ou na
pré menopausa e que um tratamento à base de solução de Lugol,
durante três a seis meses, à razão de apenas 9 gotas diárias em
média, poderia erradicar estas fibroses císticas, sem originar a
interrupção do funcionamento da tireoide.
TENDÊNCIAS
DO IODO A SE ACUMULAR
– tireoide,
mamas, ovários, próstata (tecidos glandulares)
Toda
célula no corpo utiliza iodo (glóbulos brancos necessitam iodo para
promover defesa contra infecção)
Quando o paciente está sendo suplementado com hormônio tireoidiano, ele precisa mais ainda de iodo.
A habilidade de suar é controlado pelo iodo, então quem não transpira deve suplementar com lugol, pois muitos anos sem suar pode vir a ocasionar um câncer de pele.
Quando o paciente está sendo suplementado com hormônio tireoidiano, ele precisa mais ainda de iodo.
A habilidade de suar é controlado pelo iodo, então quem não transpira deve suplementar com lugol, pois muitos anos sem suar pode vir a ocasionar um câncer de pele.
IODO E DIABETES
“Os
médicos, que prescrevem terapia de alta dose de iodo para outras
doenças, tais como câncer de mama, estão descobrindo que o iodo
pode diminuir insulina e exigências orais de drogas antidiabéticos
em seus pacientes diabéticos, às vezes ao ponto de não precisar de
qualquer medicação antidiabética.
O iodo é necessário para o adequado metabolismo da glicose e para
prevenir as complicações cardiovasculares da diabetes. Dr. Michael
Donaldson diz: “O iodo estabiliza o ritmo do coração, reduz o
colesterol sérico, reduz a pressão arterial e é conhecido por
fazer o sangue mais fino, bem como, a julgar pelos tempos de
coagulação mais longo visto pelos médicos. O iodo é não só bom
para o sistema cardiovascular, é vital. Suficiência em iodo é
necessária para uma batida de coração rítmica estável. Iodo,
direta ou indiretamente, pode normalizar os níveis de colesterol no
sangue e normalizar a pressão arterial. Iodo se liga aos receptores
de insulina e melhora o metabolismo da glicose, o que é uma boa
notícia para as pessoas com diabetes. Iodo e alimentos ricos em iodo
têm sido muito utilizados como um tratamento para a hipertensão e
doenças cardiovasculares.
Ainda,
estudos modernos randomizados examinando os efeitos de iodo na doença
cardiovascular não foram realizados.
O
IODO E A SAÚDE DA MAMA
As
mulheres japonesas têm baixas taxas de cancro de mama e consomem
altos níveis de iodo. Esta observação levou à teoria de que os
níveis de iodo na dieta japonesa, rica em algas e alimentos
provenientes do mar, oferecem proteção contra o cancro de mama e
outras doenças da mama.
Os
defensores dessa teoria perceberam que atualmente uma em cada sete
mulheres americanas (quase 15 por cento) desenvolverá cancro de mama
durante a sua vida.
A
correlação da deficiência de iodo com cancro de mama é reforçado
por relatos na literatura científica. Mulheres com história de
cancro de mama são quase três vezes mais propensas a desenvolver
cancro de tiroide do que as mulheres sem essa história, e há uma
correlação geográfica entre a incidência de cancro de mama e
bócio.
Estudos
demográficos mostram que uma alta ingestão de iodo é associada a
uma baixa incidência de cancro de mama, e uma baixa ingestão com
uma alta incidência de cancro de mama.
Em
1966, pesquisadores russos revelaram que o iodo aliviou eficazmente
os sinais e sintomas da doença fibrocística da mama. Setenta e um
por cento de 167 mulheres que sofriam de doença fibrocística
experimentaram um efeito benéfico de cura.
Um
estudo canadense de 1993 considerou igualmente que o iodo alivia
sinais e sintomas da doença fibrocística da mama em 70 por cento
dos pacientes. Este relatório é composto de três estudos clínicos,
duas séries de acompanhamento realizadas no Canadá com 696 mulheres
tratadas com vários tipos de iodo, e um em Seattle.
Este
relatório de 36 páginas, foi submetido ao Food and Drug
Administration (FDA) em 1995, buscando a aprovação da agência para
realizar um grande ensaio clínico randomizado controlado com iodo
para tratar doença fibrocística da mama. FDA se recusou a aprovar o
estudo, porque “o iodo é uma substância natural, e não uma
droga.” Mas o FDA decidiu recentemente aprovar um estudo semelhante
patrocinado pela Symbollon Pharmaceuticals.
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