domingo, 29 de maio de 2016

O IODO E A CURA DE DIVERSAS DOENÇAS

IODO NO CORPO
O corpo inteiro 1500 mg
A tireoide contém apenas 50 mg de iodo.
20% do iodo no corpo está na pele
32% nos músculos
35% no tecido adiposo

IODO NO TRATAMENTO DO CÂNCER
(8 gotas ao dia de lugol a 5% / 50 mg – fazer em conjunto o protocolo do iodo)
Segundo o Dr. David de Derry, “… a capacidade de iodo para desencadear a morte celular natural (apoptose) o torna eficaz contra todas as lesões pré-cancerosas de pele – e provavelmente muitas lesões cancerosas.
Nos casos em que se tem o CA com metástases, qualquer que seja ele os níveis altos de Iodo e iodeto faz produzir uma substância chamada iodo lactona que é apoptótica ( induz a morte celular as células que perderam esta propriedade como as tais metastáticas).
Se o paciente já está em tratamento oncológico, além do Iodo a 5% deve – se administrar a vitamina C de longa duração/absorção (em comprimidos – não recomenda o uso de efervescentes).
Em 1996, Giani, et al relataram uma associação significativa de câncer de mama com a tireoidite de Hashimoto. Quando 100 pacientes consecutivos com câncer de mama foram comparados com 100 pacientes do grupo de controle, a tireoidite de Hashimoto estava presente em 2% do grupo controle em comparação com 13,7% no grupo com câncer de mama. O Bócio simples, um sinal de deficiência de iodo, estava presente em 11% do grupo de controles em comparação com 27,4% dos pacientes com câncer de mama.

CONTRA AS DOENÇAS FIBROCÍSTICAS
Deve-se, contudo, ao Dr. Jonathan V. Wright o mérito de ter aprofundado as novas aplicações desta solução de iodo – iodeto. Demonstrou, em particular, que a formação de quistos da mama na mulher (doença fibrocística) atingia mais de 50% das mulheres menopáusicas ou na pré menopausa e que um tratamento à base de solução de Lugol, durante três a seis meses, à razão de apenas 9 gotas diárias em média, poderia erradicar estas fibroses císticas, sem originar a interrupção do funcionamento da tireoide.

TENDÊNCIAS DO IODO A SE ACUMULAR
tireoide, mamas, ovários, próstata (tecidos glandulares)
Toda célula no corpo utiliza iodo (glóbulos brancos necessitam iodo para promover defesa contra infecção)
Quando o paciente está sendo suplementado com hormônio tireoidiano, ele precisa mais ainda de iodo.
A habilidade de suar é controlado pelo iodo, então quem não transpira deve suplementar com lugol, pois muitos anos sem suar pode vir a ocasionar um câncer de pele.

IODO E DIABETES
Os médicos, que prescrevem terapia de alta dose de iodo para outras doenças, tais como câncer de mama, estão descobrindo que o iodo pode diminuir insulina e exigências orais de drogas antidiabéticos em seus pacientes diabéticos, às vezes ao ponto de não precisar de qualquer medicação antidiabética. O iodo é necessário para o adequado metabolismo da glicose e para prevenir as complicações cardiovasculares da diabetes. Dr. Michael Donaldson diz: “O iodo estabiliza o ritmo do coração, reduz o colesterol sérico, reduz a pressão arterial e é conhecido por fazer o sangue mais fino, bem como, a julgar pelos tempos de coagulação mais longo visto pelos médicos. O iodo é não só bom para o sistema cardiovascular, é vital. Suficiência em iodo é necessária para uma batida de coração rítmica estável. Iodo, direta ou indiretamente, pode normalizar os níveis de colesterol no sangue e normalizar a pressão arterial. Iodo se liga aos receptores de insulina e melhora o metabolismo da glicose, o que é uma boa notícia para as pessoas com diabetes. Iodo e alimentos ricos em iodo têm sido muito utilizados como um tratamento para a hipertensão e doenças cardiovasculares.
Ainda, estudos modernos randomizados examinando os efeitos de iodo na doença cardiovascular não foram realizados.

O IODO E A SAÚDE DA MAMA
As mulheres japonesas têm baixas taxas de cancro de mama e consomem altos níveis de iodo. Esta observação levou à teoria de que os níveis de iodo na dieta japonesa, rica em algas e alimentos provenientes do mar, oferecem proteção contra o cancro de mama e outras doenças da mama.
Os defensores dessa teoria perceberam que atualmente uma em cada sete mulheres americanas (quase 15 por cento) desenvolverá cancro de mama durante a sua vida.
A correlação da deficiência de iodo com cancro de mama é reforçado por relatos na literatura científica. Mulheres com história de cancro de mama são quase três vezes mais propensas a desenvolver cancro de tiroide do que as mulheres sem essa história, e há uma correlação geográfica entre a incidência de cancro de mama e bócio.
Estudos demográficos mostram que uma alta ingestão de iodo é associada a uma baixa incidência de cancro de mama, e uma baixa ingestão com uma alta incidência de cancro de mama.
Em 1966, pesquisadores russos revelaram que o iodo aliviou eficazmente os sinais e sintomas da doença fibrocística da mama. Setenta e um por cento de 167 mulheres que sofriam de doença fibrocística experimentaram um efeito benéfico de cura.
Um estudo canadense de 1993 considerou igualmente que o iodo alivia sinais e sintomas da doença fibrocística da mama em 70 por cento dos pacientes. Este relatório é composto de três estudos clínicos, duas séries de acompanhamento realizadas no Canadá com 696 mulheres tratadas com vários tipos de iodo, e um em Seattle.
Este relatório de 36 páginas, foi submetido ao Food and Drug Administration (FDA) em 1995, buscando a aprovação da agência para realizar um grande ensaio clínico randomizado controlado com iodo para tratar doença fibrocística da mama. FDA se recusou a aprovar o estudo, porque “o iodo é uma substância natural, e não uma droga.” Mas o FDA decidiu recentemente aprovar um estudo semelhante patrocinado pela Symbollon Pharmaceuticals.

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